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Retarded Yellow Movie of The Week

Bunkerismo e Sobrevivência - parte 1, um hd de filmes

Como todos sabem, uma peça que não pode faltar num bunker, além das armas de fogo para caça e defesa, das facas para porte dissimulado e para sobrevivência, munição, colete balístico, de um volume com as obras completas de shakespeare, um geradorzinho yamaha, um notebook, de um mapa local e de mantimentos, é um HD removível com centenas de filmes bons. Num hd removível, obviamente, porque fitas vhs ocupariam um lugar precioso que deve ser guardado para outros itens. Vou comentar aqui qual o mínimo necessário para a sobrevivência por 150 anos em um bunker isolado da civilização. Obviamente que os filmes devem estar digitalizados numa qualidade máxima que não ocupe mais de 1 giga, melhor seria 700-800 mega, para manter o visual original e artístico. HDMI de cu é rola e blu ray é coisa de EMO. DVD já é meio estranho.

Para começar, sugiro dividir os filmes por TEMA ou ATOR/DIRETOR. No meu hd de sobrevivência ADOTEI a segunda divisão, mas deixo como dica alguns temas pra quem quiser usar a outra: vigilantismo, grupo de heróis, guerra, oeste, fuga, briga de rua, pós apocalipse, etc. Eis o básico do cinema:

bruce lee enfrentando chuck norris bruce lee enfrentando chuck norris

Bruce Lee

O ator que popularizou as artes marciais e tal, cuja característica básica é as lutas repletas de gritinhos aveadados e os golpes que, mesmo quando atingem o ar, fazem som de madeira partindo algumas coisa. É manjado pra caralho, o pessoal dá o cu, mas do Bruce Lee temos quatro filmes essenciais que são os melhores do gênero e não precisamos de nenhum outro. A fase de filmes chineses e os seriados otários, tipo o besouro verde, deixo apenas para os entusiastas.

1 - The Big Boss

De 1971, também chamado Fists of Fury, é o mais hardcore e sério, com mulher de teta de fora, sangue e trasheira. Em MANDARIM no original. A história é: Bruce Lee vai trabalhar numa fábrica de gelo ou algo assim e caga todo mundo a pau.

2 - Enter the Dragon

No tradicional formato de 3 heróis vão pra um torneio do mal numa ilha, temos o bruce lee, um inglês trouxão e um negão. E o CHEFE final é o Bolo Yeung. Claro que cada um tem um motivo secreto para participar do torneio, o bruce lee quer vingar a irmã e tal e termina a obra na celebre cena de luta numa casa de espelhos com o vilão usando uma garra de ferro. E o bruce lee manda várias frases toras quando tá ensinando os discipulos no início, fora que manda o clássico "O TIJOLO NÃO REAGE." Acho que é o primeiro filme americano dele. A abertura é um grande exemplo de direção e música arte:

Assistam acima e comprovem a maestria e vejam os três participantes chegando em hong kong. O negão descendo do avião e botando os óculos, o inglês coreando o carregador de malas no aeroporto e por aí vai. (Na real só aparecem dois participantes, as cenas do Bruce são antes dos créditos.) Este é um dos melhores exemplares de filme de torneio de artes marciais secreto que existem.

3 - Way of the Dragon

Neste o bruce lee vai trabalhar num restaurante da família dele na itália e tem que proteger o lugar de um sindicado de mafiosos do mal ou algo assim. Rola altas luta de nunchaku, porrete e o negócio é mais comédia no estilo das que o jackie chan começou a fazer depois. O jackie chan até é um capanga que apanha do bruce no enter the dragon, por falar nisso. A luta final contra o Chuck Norris no coliseu, que dura 10 minutos e que eles passam meia hora estalando os ossos no início é sensacional. O bruce só ganha porque faz par ou impar com os cabelo do peito do chuck:

4 - The Game of Death

Nesse o bruce lee escreveu uma obra prima em que ele tinha que subir os cinco andares de uma casa, em cada andar enfrentando um lutador num estilo diferente. Como todos sabem, completaram o filme depois de ele morrer, então o resto todo, fora a parte da casa, é enrolação pura, mas o final, com essas lutas, vale o filme todo. Inclui o confronto com o gigante Kareen Abdul Jaba e o bruce lee usa o abrigo amarelo que o pessoal associa à imagem dele. A sequência dos créditos iniciais, aliás, como no way e no enter the dragon, é uma obra de arte a parte.

E estes são os quatro filmes necessários do bruce lee. Chupa, gorda.

Bruce Willis

Ator versátil, eu podia recomendar qualquer filme dele, menos aquele das mulheres que não morrem e tal. De imprenscíndivel tem a série DIE HARD, os quatro são excelentes, mas o 1 e o 2 são os melhores. Todo mundo conhece DIE HARD. Um policial fodanchão detona terroristas no natal ou algo assim, num eles sequestram um edifício, no outro um aeroporto, e secreto e escondido, o bruce vai dominando as armas deles e detonando todos. O meu hd contém ainda a seguinte seleção de filmes do bruce willis:

1 - Sin City, no qual ele interpreta um policial que homenageia o Dirty Harry, e que conta ainda com o Rutger Hauer e o Mickey Rourke. É um filme cheio de modernismos e exageros no visual, mas esses três atores e a homenagem ao Dirty Harry e as frases estilo Raymond Chandler do Frank Miller salvam a obra.

2 - 12 Monkeys, que conta ainda com o brad pitt se aveadando todo e com uma história sem pé nem cabeça de viagem no tempo.

3 - 16 Blocks, outro de policial decadente e bebum. Neste Bruce tem que transportar o negão com a voz mais irritante do mundo até o tribunal. Mas uns policiais corruptos querem matar o negão, dão um uisquezinho pro Bruce e mandam ele ir beber e fazer de conta que não viu nada. Aí ele decide ressurgir do nada e salvar o negão. Ótima história, como podem ver.

4 - The Fifth Element, que é de ficção cheio de viadagem, o bruce willis é um motorista de táxi voador que enfrenta alienígenas.

5 - Tears of the Sun: bruce é um oficial dos navy seals na nigéria, que após completar a missão, decide retornar e virar um herói para salvar refugiados.

6 - Hudson Hawk: canastrice máxima, merece ser visto, o bruce é um ladrão e não me lembro de mais nada.

Sim, o Bruce Willis tem muito mais filme bom, esta é apenas uma seleção. Merece menção honrosa o Ultimo Boy Scout.

John Carpenter

Tá aí um cara que só fez filme bom. Entre as características de sua obra, temos sempre uma trilha sonora ANIMAL e MINIMALISTA e HERÓICA PRA CARALHO que geralmente ele mesmo compõe e toca, que o Carpenter faz o filme inteiro sozinho. O personagem principal é normalmente um herói ultra fodancha, tipo um ex-presidiário bonzinho e durão, um caminhoneiro tora, um policial negão defendendo uma delegacia, um pedreiro porrada, uma babá com um irmão psicótico ou um caçador de vampiro filho da puta. Rolam frases de efeito. Não tem enrolação, parte direto pra ação. A história inteira do filme se passa numa única noite ou em apenas 24 horas. Qualquer coisa pode acontecer.

Essa é a melhor característica, aliás: qualquer coisa pode acontecer. Isso é o que fez os melhores filmes dos anos 80. Nas descrições abaixo exponho melhor o detalhe.

1 - Dark Star

O primeiro dele, é meio viagem e chapação e arte e não vai agradar todo mundo. Até porque todo mundo é bicha e acha os filmes dele ruins, mas esse é o mais estranho e diferente: quatro magrões barbudos e completamente toscos estão numa nave espacial e tem a missão de bombardear alguns planetas instáveis. O comandante da nave morreu e é mantido congelado e podem falar com ele por um microfone. A nave tem um alienígena de estimação filho da puta que parece um balão. As bombas são inteligentes e numa hora rola um defeito e a bomba quer explodir dentro da nave e o cara tem que ir lá discutir com ela e convencer a bomba a não explodir. Por aí tu vê o nível do bagulho. Fora a parte que um dos caras fica preso no poço do elavador depois de perseguir o alienígena até ali. Chapação completa, é o THX do John Carpenter.

2 - Halloween

Neste ele criou os assassinos psicóticos que não morrem nunca estilo Jason. O detalhe é que não tem quase sangue no filme e ao contrário dos filmes dementes atuais em que os assassinatos são mostrados em detalhes ultra bizarros com tripas e meia hora de mutilação, ele privilegia o suspense e o stalkeamento que o Michael Myers faz, rolando bastante a camera ser o monstro. Baita filme, na real. Michael Myers é baita assassino porque não tem motivo nenhum pra ele ser do mal e ser imortal. Não rola explicação. Tem a atuação tosca pra caralho da jamie lee curtis e o donald pleasence é o melhor psiquiatra do mundo, que quer matar o paciente dele a tiros. Melhor tratamento que já vi. Fora que o velho, estilo coronel trautman, passa o filme mandando frases de efeito pra meter medo na polícia: "ele não é um assassino comum, é o MAL encarnado." Aula de cinema pra ti aí. O filme todo se passa em menos de 24 horas.

Tem uns remakes hediondos feitos pelo Rob Zombie, que só faz filme ruim, que além de explicar o assassino, estragando tudo, dizendo que ele era mal tratado pela família e por isso ficou maluco, ainda põe um montão de flashback pra gerar simpatia pelo monstro, coloca uma máscara cabeludinha nele e transforma a heroína numa adolescente EMO gritona que o espectador quer ver morta de tão chata. Não tem por que fazer isso (talvez funcione pra geração de retardados atual, pois vi reclamarem que os assassinatos do original não tem sangue e são muito rápidos). O sensacional do original é que Michael Myers não é humano e quem tá assistindo o filme não tem como se identificar com ele. Olha a música arte que o cara fez:

Gênio.

Vale ainda mencionar que das inúmeras continuações ruins, a parte 2, de 1981, ainda vale a pena. É a única continuação que vi que segue imediatamente do final do primeiro filme, após a cena que o Michael Myers levanta do jardim e vai embora. Aqui ele segue a babá até o hospital, segue fodanchando, rola altas arte da época, tipo o policial gordinho, o médico bebum e as enfermeiras que dão pra todo mundo e o super psiquiatra, o Dr. Loomis, ainda tá atrás dele pra dar-lhe mais uns tiros no meio das fuças. Não foi dirigido pelo Carpenter, mas é no mesmo estilo e foi escrito por ele, e rola uma cena sensacional e totalmente gratuita de um guri chegando no hospital com uma gilete metida na boca. Ele sai curado :D

3 - Someone's Watching Me!

Baita filme feito pra televisão que um magrão stalkeia uma mulher num edifício e a polícia não acredita nela e ela tem que dar um jeito.

4 - Starman

Um alienígena bonzinho e tal conta com a ajuda de uma mulher pra fugir do governo.

5 - Prince of Darkness

Baita obra. Uns padres de uma ordem secreta escondem numa igreja um líquido verde que é na real o DEMONHO, que o demonho é um alienígena e o objetivo dele é se libertar e abrir um portal pra outra dimensão pro Principe das Treva entrar na terra. Um padre fodanchão, o padre Loomis (o mesmo Donald Pleasence que é o Dr. Loomis no Halloween e que faz a melhor cena de arremesso de machado do mundo neste filme, tá ali no trailer inclusive), chama um grupo de cientistas liderados por um físico, o chinês gordinho de um olho saltado que aparece no Aventureiros do Bairro Proibido, pra investigar o bagulho, que tá chegando a hora profetizada pro demo se libertar. Eles instalam os equipamentos na igreja isolada essa, e durante a noite, o demo domina membros do grupo e uns mendigos liderados pelo Alice Cooper que cercam a igreja, bloqueiam as portas com entulhos e não deixa ninguém sair. O filme todo se passa nessa noite. A sequência dos créditos que conta a história inteira em três minutos e já larga direto na ação é de mestre. Efeitos especiais tosqueira completam o filme. Não é nenhum clássico, mas é muito bom.

Worth.

6 - Village of the Damned

Remake de um clássico de ficção: todo mundo numa cidade dorme e quando acorda as mulheres estão grávidas. Nasce um monte de criança tudo igual. Elas são do mal. Um dos ultimos filmes do Christopher Reeve antes dele quebrar sua espinha de aço.

7 - Vampires

O pessoal fala mal pra caralho desse filme. Mas é EXCELENTE. É um baita filme. Recomendo.

Talvez não gostem porque os dois heróis são baita CANASTRA: o James Woods e um dos irmãos do Any Baldwin (:D). Mas quem acha isso é porque não entendeu. Isso é justamente o que faz esse filme bom.

O James Woods é o líder filho da puta e machão de um grupo de matadores de vampiros secreto da igreja. Eles matam vampiros. Mas um vampiro tora mata todo mundo nos primeiros dez minutos do filme e sobra só eles dois. Aí, com a ajuda de um padre, eles vão atrás desse vampiro. A música é sensacional e lembra a do They Live:

Divertido pra caralho, só um mocoronga não gosta disso. É quadrinho, porra. cu A DRINHO. O cara vê o bagulho porque é divertido e porque acontece um monte de coisa, não é pra ficar dando cu e chupando rola e contemplando. Os filme do John Carpenter são os melhor quadrinho do cinema.

8 - Assault on Precinct 13

Bah. O melhor filme dele. O MELHOR. Não tem muito filme que se possa comparar com isso. Tem um remake feito há pouco tempo cheio de enrolação e com histórinha e que não vale nada. Mas esse original...

heróis do filme heróis do filme

Te liga: uma delegacia vai fechar e é a ultima noite que ela funciona. Mandam esse policial negão e certinho pra lá, só pra ficar rateando, porque já tá quase tudo fechado mesmo. Ficou só uma secretária e já levaram as arma tudo embora. Só que aí rola um acidente com um preso que tão transportando e eles tem que deixar ele lá. Mas aí no meio da noite chega um magrão refugiado na prisão e todas as gangues de mexicanos do mundo, com infinitos mexicanos, tão atrás desse cara e cercam e isolam a delegacia. Aí o policial negão, o presidiário fodanchão que passa o filme todo perguntando pra todo mundo GOT A SMOKE? e a secretária torona se unem pra enfrentar as gangues e defender a delegacia com armas improvisadas. Supremo. Melhor filme do mundo. Nem vejam o remake que é demência com esta arte por perto. Olha o tema sensacional:

Heim? Heim?

9 - Escape From New York

Snake Plissken, o herói mais machão do mundo, tem que se infiltrar secreto e escondido e resgatar o presidente dos estados unidos, que caiu na prisão futurista que é a ilha de Manhattan e que ficou refém de punks e mutantes do mal, porque se a polícia interferir, matam ele. E Snake só tem 20 horas pra completar a missão ou as microbombas que os filho da puta da polícia instalaram nas artérias do pescoço dele vão explodir. Baita arte e baita interpretação do Kurt Russell, inspirada nas interpretações clássicas do Charles Bronson: ele fala pouco, dá uns tiro aleatório pro lado pra matar todo mundo e nem corre pra não cansar quando tem milhares de caras atrás dele, só se apressa um pouco. Sensacional a cena que surge uma mulher do nada e quando parece que ela vai ajudar ele, uns demonho quebram o chão, puxam ela pra baixo e tiram ela do filme pra sempre.

A torice máxima é que o John Carpenter meteu uns baita ator no elenco: Enerst Bornigne como um taxista maluco, Isaac Hayes como o DUQUE DE NOVA YORK, o número um, que anda numa limosine com candelabros no lugar dos farois e com um globo de discoteca dentro dela, e o Lee Van Cleef como policial fodanchão que obriga o Snake Plissken a aceitar a missão. Outra arte é que do nada o herói já é legendário, todo mundo que vê ele pergunta: O quê? O legendário Snake Plissken? Eu pensei que ele estivesse morto. E claro que ele responde: "I am." E fica dizendo coisas como "I'm going in." E "Call me Snake." Não tem igual. Aprendeu com o Charles Bronson. Com o Charles Bronson.

A cena em que ele pega as armas no inicio do filme então é maravilhosa, porque no meio das armas tem alguns SHURIKENS. Melhor herói dos anos 80.

10 - Escape From LA

Todo mundo achou esse filme, feito 10 anos depois do primeiro, ruim, porque os efeitos especiais são incrivelmente toscos e usa aqueles 3D dos anos 90 pra algumas cenas, ainda por cima. Claro que é por isso que é bom. Mas toscos tipo tem essa cena que rola uma inundação, um tsunami. Aí o Snake Plissken pega uma prancha de surfe, saí surfando na maior, perseguindo o outro magrão que tá fugindo num carro, e de cima da onda pula em cima do carro. É, é esse nível de arte. Tem essa outra que ele participa de um jogo de basquete. O filme é pior que o primeiro, lógico, mas principalmente porque não tem o monte de ator bom do primeiro, mas ainda assim é muito bom e rola uma participação tora do Bruce Campbell como chefe da gangue dos cirurgiões plásticos que querem roubar o olho do Snake.

Olha só, vê se esse cara não merecia um oscar (os satélites em 3D dos anos 90 deixam a cena melhor ainda):

Neste injetam um vírus mortal no Snake Plissken que dá a ele 10 horas de vida e só vão dar o antídoto se ele recuperar uma arma secreta que caiu em Los Angeles e que uns comunista roubaram, que é de onde copiaram a história do Metal Gear Solid 1. No fim, quando ele volta do bagulho, manda a pergunta: Got a smoke? Olha o tema que sensacional:

Tinham que fazer ESCAPE FROM EARTH. Ia ser o melhor filme do mundo. Melhor que Precinct 13.

11 - Ghosts of Mars

Tá aí outro que ninguém entendeu e todo mundo achou ruim. Não tem nenhum ator decente, é verdade, mas é um bom filme de soldados espaciais enfrentando alienígenas do mal em marte, gostei bastante na época. Acho melhor até que o Vampires.

12 - The Fog

Da mesma forma que o Cristine, o carro assassino (que decidi por bem não incluir na minha coleção, sei que é um filme de época e tudo, mas vão se fuder, não gosto desse filme), é baseado numa história do Stephen King. Então tinha tudo pra ser ruim, porque o King só faz merda, mas é um dos poucos filme bons com história dele. Bem feito e cheio de suspense e também rola inteiro em 24 horas, uma névoa assassina chega numa cidade e a radialista presa num farol assiste a tudo. Altos truques baratos pra assustar as pessoas que funcionam muito bem. Também rolou remake recente, mas nem perdi o meu tempo vendo.

13 - The Thing

Outra baita obra de arte. Um grupo de barbudos está no meio de uma estação de pesquisa no gelo quando surge um alienígena que copia a identidade dos outros. Kurt Russell é um piloto de helicóptero fodanchão e na melhor cena ele se enche de dinaminte e ameaça explodir tudo. E na segunda melhor cena, quando perde pro computador no xadrez, ele abre a máquina e põe uisque dentro pra dar curto-circuito. Filme de homem. Pode ver que não tem mulher no elenco e ao surgir uns monstro fenomenal e nunca visto eles não se apavoram e ficam gritando, mas pegam lança-chamas e decidem matar a criatura. Dos melhores do Carpenter. Efeitos especiais do mal pra época. Não canso de ver. Vou ver de novo e já volto. Pronto.

14 - They Live

Outro filme excelente e dos menos conhecidos. Um pedreiro interpretado pelo lutador de luta livre Roddy Piper encontra uns óculos escuros que quando ele põe, deixam ele ver que na realidade tem um monte de alienígenas disfarçados entre as pessoas e que eles colocam mensagens subliminares na televisão e em cartezas e em toda parte e que estão dominando a terra. Aí ele decide pegar armas e matar todos alienígenas. É só cena boa do início ao fim. Destaque pra parte que ele quer convencer o negão a botar os óculos e o negão não tá a fim, daí eles ficam meia hora lutando. E pra parte que ele pega uma espingarda e entra no banco dando tiro na maior. Talvez uma das melhores cenas já filmadas até hoje:

Como sempre, a música é sensacional e a sequência de créditos é arte pura, com o título do filme pixado numa parede (vão aprender a fazer filme, seus filho da puta. au au au, kubrick, au au au, oliver chupa rola stone, olha aqui como se faz):

É.

15 - Big Trouble in Little China

Outro que fica cada vez mais arte. O Kurt Russell é um caminhoneiro fodanchão especialista em agarrar coisas arremessadas contra ele que vai parar em Chinatown e vê uns chinês tosco roubando uma mulher. Aí ele e um parceiro chinês entram no restaurante dos vilão e no subterrâneo começa a aparecer de tudo, deus de uns cara armado até uns deus chines que lançam raio e que rolou cópia no Rayden do Mortal Kombat. Fora o David Lo Pan, o vilão mais tora que já vi. Nem acreditei no quanto o filme era bom na época que vi a primeira vez, em 86, e automaticamente vi de novo.

16 - In The Mouth Of Madness

Interessante e diferente, também gostei um monte na época: magrão investiga o desaparecimento de um escritor e descobre que os livros dele estão mudando a realidade. Começa a rolar umas metalinguagem divertidas no final. Achei muito bom em 96, mas vendo de novo agora pareceu um pouco pior. Vale a pena se tu nunca viu.

17 - Masters of horror

Carpenter fez dois episódios pra essa série de TV há pouco tempo. Os dois são legaizinhos, mas ele resolveu colocar essas apelação moderna com sangreira, então não são os melhores dele.

Os episódios são Cigarrete Burns, em que um colecionador manda um especialista buscar um filme especial lendário que deixa as pessoas que assistem malucas, e o Pro Life, que tem a participação do Ron Pearlman como um caipira mutante e rola uma homenagem ao The Thing nos efeitos especiais.

Charles Bronson

Qualquer filme com o Charles é garantia de coisa boa. Rola uns pior, claro. Death Wish 5, Yes Virginia Papai Noel Existe e os Family of Cops, que ele já tava extremamente velho pra caralho, mas mesmo assim são bons.

Então, aqui no hd estão simplesmente todos filmes do Bronson.

Eis os destaques: Gang War (1958), Four for Texas (western clássico com o Dean Martin, de 63), Farewell Friend (1968), The Mechanic...

Bah, The Mechanic, de 1972, é sensacional. É o da foto acima. O Charles é um hitman que planeja seus assassinatos nos mínimos detalhes em uma sala secreta de sua casa enquanto ouve música clássica num gravadorzão cassete e bebe vinho. Primeiro ele tira fotos e anota detalhes sobre as vítimas e depois executa os golpes. Os primeiros minutos do filme, totalmente sem fala, que nem no clássico Le Samourai, mostram ele executando um dos golpes, uma das melhores sequências do cinema. A história é o Bronson ensinando os esquemas da profissão pra um jovem aprendiz que é filho de um gangster amigo dele que o próprio Bronson teve que matar. Só que uma hora o Bronson vira alvo do aprendiz. Que baita obra, meu. Pára tudo e vai ver Mechanic. O final é maravilhoso. Não vou spoilear.

Mr. Majestyk, de 74, com participação do Alejandro Rey, Bronson é um plantador de melancia enfrentando mafiosos.

Breakout, de 75, com a Jill Ireland, como a maioria dos filmes dessa época, que é a própria mulher do Bronson e que sempre aparece só pra mostrar as tetas, tem o Charles indo pro México pra resgatar um magrão.

St Ives de 76, Telefon de 77, junto com White Buffalo, Love and Bullets e depois vamo pros anos 80 com Borderline, 10 to Midnight, que é um assassino psicopata que mata mulheres pelado pra não deixar vestígios de sangue na roupa e que arruma todo um esquema num cinema pra ter alibi. Claro que isso não cola com o Bronson, que é um TIRA DURÃO que não hesita nem em forjar provas contra o vilão, porque o assassino tá aterrorizando a filha dele. Sensacional o final, o assassino mata um monte de mulher, foge pelas ruas e no fim o Bronson pega ele, mas chegam as camera e a policia. O assassino começa a choramingar e seguir o conselho do adevogado dele e a se fazer de louco e a resmungar Au, tu não pode me matar, tu é polícia, eu sou louco, tenho que ir pro hospício me tratar e logo me soltam, tu não pode me matar. O Bronson dá-lhe posso sim e mete uma bala no meio das fuça do infeliz e FIIIIIIIIIIM.

De 84 tem The Evil that Man Do, com a clássica cena do gigante no bar vir encher o saco da mulher dele, daí o Bronson pega o cara pelas bola e arria ele. De 87 tem assassination, depois Messenger of Death e em 89 o magnífico Kinjite, que comentei detalhadamente aqui: http://www.baudejogos.net/colunas.php?id=51

Kinjite é um desses filmes que só tem cena boa do início ao fim, sem um minuto desperdiçado.

Agora um grande clássico italiano do Bronson, da época que ele tava ficando famoso, é o Cittá Violenta. Filme arte, inicia assim, vejam a primeira cena:

Bronson num barquinho, Jill Ireland mostrando as teta, tema do Ennio Morricone e uma sequência de créditos magnífica que inclui ele pilotando bugão na praia. Corta direto pra melhor cena de perseguição de carro jamais filmada, chineleando muito a do French Connection, e que dura uns 10 minutos. Os primeiros 10 minutos do filme, aliás, em outra homenagem ao Samourai (o hitman que o Charles interpreta também é chamado Jeff neste filme), não tem nenhuma fala. Bronson é um hitman traído pelos seus chefes e pela mulher e vai se vingar. Final magnífico e artístico e destaque pra cena que ele planeja e executa um assassinato em que o cara tá num carro de corrida e ele tá escondido com um rifle longe da pista. Porra, olha o vídeo. Olha a abertura do filme. Pra que ver filme novo? Pra que ver filme moderno? Tá aqui tudo que eu preciso.

Detalhe bom é que todas cópias que encontrei, inclusive o DVD original europeu, o filme rola algumas falas em inglês e na maior, do nada, algumas em italiano, depois muda de novo e assim por diante :D Deixa ainda mais arte.

Death Wish 3 Death Wish 3

Death Wish

Essa série de cinco filmes é outra que merece destaque e que popularizou o Bronson. Ex-pacifista se transforma em vigilante depois que a família é atacada por punks que matam a mulher dele. O primeiro é o mais arte e mais sério, com melhor produção, mas todos são bons, e o terceiro então é um dos melhores filmes que já vi. Bronson usando uma camera fotográfica pra servir de isca pro ladrão e metendo chumbo nas costas dele quando ele sai correndo. Ele jantando com os amigos, de repente toca o alarme do carro e rola uns barulho de vidro, ele pede licença, vai até a rua, mata os bandido a tiro e volta pra jantar. E o início, ele chegando na cidade de ônibus com a música do Jimmy Page:

Melhor filme e melhor série sobre vigilantismo já feita, apesar de outros grandes filmes do gênero que vou comentar a seguir.

Guns of Diablo (western com o Kurt Russell, foi aqui que o Kurt pegou as manhas do Charles, o carpenter queria até que o Charles fosse o Snake Plissken), Hard Times (um dos melhores filmes de briga de rua que existem, Bronson é um lutador de rua em New Orleans em 1933 que vai participar de uma ultima luta pra salvar o James Coburn de uma dívida), Red Sun...

red sun - soleil rouge red sun - soleil rouge

Bah. RED SUN.

Charles BRONSO e o Alain Delon, do Le Samourai, são dois pistoleiros no velho oeste. Eles roubam um trem onde tava um embaixador do japão que levava uma espada samurai de presente pro presidente dos estados unidos. O Alain Delon, o pistoleiro canhoto Gauche, rouba a espada e o ouro e trai o Bronson, deixando ele pra morrer depois de explodir o trem. Só que um dos guarda costas do embaixador era o Toshiro Mifune. Aí TE LIGA MAGRÃO, o Bronson, um dos SETE MAGNÍFICOS, se une ao Toshiro, um dos SETE SAMURAIS, pra ir atrás da espada e do ouro. Baita filme de Samurai no velho oeste e ainda rola a Ursula Andress pra mostrar as tetas nesse elenco internacional.

The Great Escape, fugindo do inferno: um dos melhores filmes de fuga já criados, com um time all star de ator, incluindo o Bronson como o TUNNEL KING. Foi nesse que ele chegou pro david mccalum e disse vou casar com a tua mulher. E aí casou com a Jill Ireland. Prisioneiros na segunda guerra e nazistas com fair play numa fuga de um campo na europa.

The Diry Dozen, os Doze condenados: outro grande filme da segunda guerra. O Lee Marvin recruta um grupo de doze homens condenados a morte, que incluem o Bronson e o Telly Savalas, pra uma missão suícida em um castelo nazista.

Manificent Seven, que nem nos Sete Samurais, é um western em que um vilarejo de mexicanos contrata um grupo de sete pistoleiros pra defender eles de bandidos liderados pelo Eli Wallach, o melhor interprete de bandido mexicano de todos os tempos. Os sete incluem o Bronson como um irlandes que mostra que se deve criar as crianças com rédea, o Yul Brynner, Steve McQueen e James Coburn como um inglês atirador de facas. A música tema ficou mais associada ao cigarro Marlboro que ao filme.

Death Hunt, de 1981, é um filme do Bronson que é muito similar ao Rambo 1: ele é um magrão perseguido pela polícia montada depois de arrumar confusão ao interromper uma briga de cachorro pra pegar o cão pra ele. Entre os policiais perseguindo o Bronson tem o Lee Marvin e o Apollo, o Doutrinador (que se fode muito por causa da mira do avião da polícia, só porque é negão). Uma hora os policial se ligam que tão seguindo não um tosco qualquer, mas um veterano de guerra. Baita obra de sobrevivência. Bom demais a índia gordona que os policial tem na delagacia pra comer.

Vamos ver o que mais, Machine Gun Kelly, The Stone Killer e Once Upon a Time in The west... Este é um dos westerns mais artísticos do Sergio Leone. É um dos mais parados, mas tem algumas cenas muito boas, principalmente o início e o final. Charles Bronson é o Harmonica, um pistoleiro que está sempre tocando uma gaitinha. O início, com os três pistoleiros esperando ele chegar, é bom demais. O trem vai embora, o Bronson não aparece e eles desistem e já tão indo quando ouvem a musiquinha da gaita:

Frank sent us.

You bring a horse for me?

Looks like we are... bawwahawhawhah... looks like we are shy one horse... bwahaahahaa...

You brought two too many.

E o Leone ainda queria que os três pistoleires fossem interpretados pelo Clint Eastwood, Lee Van Cleef e Eli Wallach pro Bronson matar os três pistoleiros mais famosos do cinema nos primeiros minutos do filme. Ia ser interessante pra caraleo, por assim dizer. Bom, vamos ver o que mais tem aqui. Opa, é o diretório Chuck Norris. CACETA, heim? Vou mudar de página ou o browser de vocês não vai suportar a pressão, tá tudo acostumado com legalmente loira, jogo de amor em las vegas e esses filme francês.

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