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Retarded Yellow Movie of The Week

Mais Dicas de Clássicos do Cinema com o Napoleão da Folhinha

Olá, amiguinhos. Bem-vindos à, com crase que é pra foder bem as cartas porque a internet é de analfabetos, mais um artigo de nossa série descomplicando os clássicos da sétima arte. Convém esclarecer que quem escreve isto é o Lionel e não o Napoleão da Folhinha, que está ali em cima apenas para nos inspirar com seu entusiasmo pela celulose. Na ultima vez analisamos a expressão homoerótica na obra de Win Wenders e hoje vamos indicar algumas obras do cinema oriental de qualidade acima da média, que merecem ser conhecidas pelo público. Antes disso, porém, vou colar aqui todas as telas do jogo Red Lights of Amsterdam, um incrível strip-poker para MSX 2 feito em 1988 que contava com fotos digitalizadas e voz de mulher, como dizia o gama softnews em seu inimitável estilo:

Um grande atrativo para a época, sem dúvida, algo nunca visto, com todas as 256 cores da screen 8:

Pena que não tinhas a opção Raise, só a mulher podia fazer isso, tu só podia dar Call, Bet ou Drop. Sacanagem pra fazer o jogo durar, o que tornava-o tremendamente inferior ao Playhouse Stip Poker de MSX 1. Outro detalhe que merece a menção é o fato de praticamente todos os jogos de strip poker de MSX contarem com a mesma música The Stripper em uma RENDIÇÃO acachapante pra caralho feita em PSG. Mas por que estou postando essas fotos?

Como todos sabem, estou participando de um projeto de bronha clássica e sem limites e para a próxima etapa pretendo bater uma bronha com as imagens originais deste jogo, pois estas telas foram tiradas de uma playboy que foi publicada no Brasil nos anos 80. Portanto, se alguém puder me ajudar e indicar o número ou a data da playboy em que as fotos apareceram, de preferência a nacional, vou ficar profundamente grato, não apenas eu, mas toda a comunidade bronhistica retrô.

Agora vamos dar prosseguimento a nossa sempre sagaz crítica cinematografica edição especial com os maiores clássicos do oriente que merecem figurar naquele seu dvdzinho pirata safado que serve de frisbee para o seu cachorro brincar e que você, VOCÊ bem pode colar na parede de sua casa como decoração.

Há pouco tempo conheci uma garota que foi atingida por um raio. Sério, ela estava tomando banho durante uma tempestade e não sei de que maneira, mas um raio atingiu sei lá o que da casa dela, creio que o aquecedor que ficava do lado de fora, e a descarga elétrica foi transmitida pela água e acertou ela durante o banho. Ela desamaiou imediatamente e faltou luz e levaram ela pro hospital. No caminho ela foi se apagando e se acordando de maneira mais deliciosa do que eu quando comi o buffet de sushi do mal do Hein Ian Sushi Parlor.

Bom, antes de mais nada cliquem no vídeo abaixo para ativarmos a trilha sonora do restante deste texto:

Como eu ia dizendo, ela foi atingida por um raio e, naturalmente, pensei que tal fato TE-LA-IA dotado de fantásticos poderes relacionados à eletricidade, com o que ela poderia adotar o nome de Electric Girl e passar a disparar raios pela bunda que nem a Velta. Qual não foi minha decepção (foi LEVE, na verdade) quando ela disse que não tinha adquirido nenhum poder Marvel e que era bem preguiçosa e andava devagar em vez de correr mais rápido que o Flash. Acho que até fiquei meio abobada depois disso, ela falou. A não ser que estivesse mentindo para preservar sua identidade secreta. Pensando bem, pode ser isso, nesse caso todo o raciocínio mirabolante que eu vinha fazendo e que se encaixaria perfeitamente com o gênero pink violence se perde. Estou abismado.

Bom, vamos pular isso, então, e iniciar com o fato de que no ocidente tivemos grandes heróis de ação machões que davam tiros ou porrada nos inimigos sempre falando pouco, com uma ou duas linhas de diálogo por filme, atores da escola Charles Bronson e Clint Eastwood de interpretação. Na mesma época, no Japão, é claro, como não havia nenhum ator capaz de conferir credibilidade a esse nível de atuação, segundo a enciclopédia neo-nazista do Dr. Kurt, que talvez seja meio tendendenciosa, os personagens mais fortes que eles conseguiram foram feitos por essas duas atrizes:

Meiko Kaji, na primeira foto caracterizada como a prisioneira do mal Scorpion e na segunda em seus trajes do dia a dia, que incluiam calça boca de sino:

E a sempre superior Reiko Ike, atuando de tetas de fora em algum filme de gangues de mulher e abaixo em seus trajes naturais do dia a dia:

Meiko Kaji atuou em um milhão de filmes, aproximadamente, e queria ser atriz mais séria. Está ativa ainda hoje e teve uma carreira de cantora de sucesso que vocês, VOCÊS conhecem por causa das músicas do Kill Bill. Normalmente ela aparece no máximo de peito de fora, e não muito seguido, e nem participa de cenas de fodelancha escrachada.

Já a Reiko Ikke fez uns filmes super arte, DEUS de briga de gangue de mulher, de mafiosa, presidiária, de zumbi de filme chinês até uma genialidade em que ela é uma prostituta famosa pelos poderes eróticos de contração vaginal e eu não sonhei com isso, pela sinopse abaixo do Hot Springs Geisha do IMDB parece que existe mesmo:

Many persons visit the hot springs resort to try out Reiko's famous vagina with quivering walls, "the sensation of worms wiggling about"... that won her her nickname (Mimizu = earthworm).

Entre outros títulos belissimos da Reiko Ike temos coisas do alto nível de Sex and Fury, Modern Porno Tale: Inherited Sex Mania e Queen Bee’s Counterattack. E não é filme pornô, mioguio, é tudo ação e patifaria. Ao contrário da Meiko Kaji, Reiko Ike aparece pelada o tempo todo, faz as cenas mais escrotas e ridículas possíveis sempre com uma interpretação séria, como se estivesse no melhor filme do mundo, e canta pior que o Chaves no episódio especial em Acapulco, como podemos ver nesse vídeo:

Ela fez uns filmes no anos 70 e sumiu e até há pouco tempo ninguém sabia de seu paradeiro e rolavam rumores de que teria sido presa por envolvimento com dogras e filme pornô da yakuza, até que um respeitado pesquisador do cinema trash viajou ao japão e descobriu recentemente que a partir dos anos 80 ela ficou foi gorda pra caralho e só parou de filmar.

Mas vamos ver algumas das mais famosas obras desse gênero tão agradável que é o pink violence dos anos 70, todas fáceis de encontrar nos sites romenos mais comuns como o WIP FILMS, que tem cada merda que até Deus duvida, ou no nosso considerado asiantorrents, que estou fazendo um abaixo assinado no facebook pra fechar porque incentiva a pirataria de obras obscuras de 30 anos atrás que não rendem mais.

Talvez o filme mais famoso da Meiko Kaji seja hoje o Lady Snowblood, devido a cópia produzida pelo inqualificável Tarantino, o homem que gasta milhões de dólares e vários anos de filmagem pra fazer o que cineastas menores fazem com 500 dolar e em uma semana. Lady Snowblood é adaptação do quadrinho do mesmo autor do Lobo Solitário em que uma mulher é treinada desde que nasceu para vingar uma INJURIA perpetrada por malfeitores contra sua família. Ela nasce na prisão e é treinada por monges ninja ou algo assim. O filme é bem fraco e vale só pela atuação e pelas músicas e por uma ou duas cenas, o quadrinho é superior, como sempre, mas você, VOCÊ tem que conhecer.

Opa, me enganei e coloquei o Lady in the Lake dos anos 40. Até me assustei com a musiquinha, Jingle Bell. É esse aqui o certo:

Essa primeira cena e a ultima são geniais, ao menos, e como sempre fazem a obra parecer bem superior do que é. Pelo menos é bem dirigido e é um filme interessante. Dê um conferes na música:

E como vocês podem ver na cena acima, ela arrodeia no ar. Quem estou querendo enganar? Isso torna o filme bom, na verdade. Mas a continuação, Lady Snowblood 2 - LOVE SONG OF VENGEANCE, é uma sacanagem só. Uma história mocoronga e enrolada, ela mal aparece e não tem nem a música e nem grandes cenas de ação, portanto evitem, amigos da folhinha. Rola até uma cena de chupação de peitos aleatória (que não são os peitos da Meiko Kaji, obviamente) apenas para demonstrar mais claramente os pontos que o gênero pink violence tem em comum com o gênero pornochanchada brasileira.

Outra obra de nível é Wandering Ginza Butterfly, em que ela é uma jogadora de sinuca do mal que saiu da prisão e vai trabalhar em um bar e acaba que é forçada a voltar as atividades do mal para vingar alguém de mafiosos ou algo assim, não lembro, só sei que a cena da competição da mesa de sinuca é sensacional. Filmada DRAMATICAMENTE, rola até arte de uma hora o yakuza tar jogando normalmente e de repente ele tem um ataque porque precisa usar dogras para manter seus poderes de ninja da sinuca numa cena que só se pode comparar ao duelo DE GOLFE entre James Bond e Goldfinger no livreto do Ian Flemming. Indescritível pra caralho, Wandering Ginza Butterfly une perfeitamente ação, drama e mongolismo em níveis raras vezes vistos no cinema, com flashback dramático e pausas no meio do duelo de sinuca para ilustrar as regras com diagramas aparecendo na imagem congelada. Claro que no fim do duelo os mafiosos não cumprem com a palavra e ela é obrigada a matar todo mundo com a espada. Nunca fui tão feliz quanto ao assistir Wandering Ginza Butterfly, amigos da folhinha, filme injustamente esquecido no oscar de melhor filme estrangeiro de 1971. Vejam algumas imagens ilustrativas do duelo de sinuca que decidi por bem colar aqui:

De ESPECIAL beleza é essa cena em que ela anda de guarda-chuvinha pra ir matar todo mundo enquanto rola a musica tema, cena que o Tarantino deve ter copiado quadro a quadro em algum de seus filmetes amadores.

Como no Lady Snowblood, o sucesso da obra DEMANDOU uma continuação caça-níquel nada a ver, que se não é tão hedionda quanto Lady Snowblood 2, é só ruim. Na continuação aparece o Sonny Chiba, que tava famoso na época, interpretando um gago que quer ser gigolo e que só faz merda nas piores cenas comicas jamais filmadas e ela vira jogadora de hanafuda em vez de sinuca e tem que vingar a morte do pai que não existia na primeira parte, mas tudo bem.

Agora me lembrei de uma coisa que sempre fiz questão de mencionar no bau de jogos mas que até hoje esqueci. Trata-se de algo a respeito do jogo Vampire, de msx e zx Spectrum, a obra máxima de Emilio Salgueiro, o espanhol cuja vida foi CEIFADA injustamente na flor da idade porque ninguém respeita os ciclista e temos que fazer um protesto no facebook. Esta supremacia em forma de videojogo não apenas foi pioneira em ilustrar o que nos espera no fundo dos bocos do infinito (perfuratrizes gigantes motorizadas, ao contrário dos espinhos que muitos imaginam), como foi responsável por eu não conseguir usar escadas. Sempre que chego perto de escadas, imagino que ao pisar nos degraus vão sair de dentro deles, principalmente dos dois primeiros degraus, flechas que vão se cravar nos meus tendões de aquiles (se eu estiver descendo a escada) ou na frente mesmo se eu estiver subindo. Aquelas flechinhas do Vampire que saem de TODOS degraus me condicionaram a até hoje usar apenas elevador, nunca mudo de andar e até perco compromissos importantes, como foi o caso das eleições 2005, quando falta luz.

Bom, vou ali praticar step pra ver se me recupero e logo mais voltarei com a segunda parte desta série sobre o melhor do cinema oriental.

Enquanto vocês aguardam, fiquem com esses reviews de cinema pornô clássico escritos como se tivessem sido feitos por modernos jornalistas de gaymes e literatos do facebook que mandam um monte de frases padrão aleatórias daquele estilinho mais frase feita possível, com muito CHAVÃO do nível "enquadramento" e "plano e contra plano", e que costumam tergiversar mais do que falar dos filmes:

- Taboo 2 -

O drama se resume basicamente na tentativa de Key Parker e Honey Wilder em reencontrar seu parceiro de suruba Ron Jeremy, que sem motivo aparente resolve sair de casa e não deixar pista alguma. Enquanto Honey aguarda em casa, Key sai desenfreado atrás de alguma notícia que possa trazer o paradeiro do Ron. O "thriller" de cinema vende uma idéia de emoções à flor da pele, com corridas quase heróicas. Já a crítica nos oferece uma idéia de revolução e algo tão diferente que chega a ser "subversivo". Nem uma coisa nem outra. "Taboo 2" tenta ser diferente de outros brasileiros uma vez que tem tons de dramaticidade e tenta relacionar os dramas familiares a mornas cenas de ação. A presença de um magro Ron Jeremy por si só faz com que o espectador vá ao cinema, e ele realmente desempenha bem o seu papel sendo convincente tanto na alegria quanto na tristeza até o desfecho da história. A maturidade de carregar o fardo de um roteiro bastante básico e linear. Porém a história fica com alguns nós desatados quanto a "busca" (cadê o vibrador duplo na história?) e a presença do ator Kevin James no elenco se torna fútil, sendo que qualquer outro com piroca menor poderia ter feito o mesmo papel. A história que traria um pouco mais de desconforto (pai e filho) ao espectador não aparece em momento algum, é só mãe com filho, irmão com irmã e mãe com mãe. Não há como negar que se tentou fazer algo fora do comum, nitidamente buscando inspiração em mestres (plano e contra-plano e giros de câmera), mas tem muito que aprender. Não na firmeza dos pênises ou na direção, mas na criatividade e desprendimento.

- Taboo 3 -

Sim. Ron Jeremy tem seus merecidos méritos e reconhecimentos quanto ao personagem vibrante e cheio de sobriedade em "Tron Jeremy". A atriz mirim Misty Dawn é extremamente eloquente nas frases e gestos que fazem o espectador se solidarizar com suas dificuldades e carência tanto afetiva quanto emocional. Talvez a direção de elenco possa ter sido eficiente em sua escolha, porém a direção geral não trouxe novidades na disputa de estatuetas com "orgia nuclear" e "Inside Seka" (históricos) e/ou "O Pistoleiro Papacu" e "As Aventuras de Piroca" (dignos roteiros).

As alusões aos mosntros enfrentados pela protagonista também não inovam em nada perto de outros que já tiveram a mesma idéia (Taboo American Style) e de maneira bastante eficiente. O filme não despertou tanta curiosidade nas bilheterias nacionais. Mas porque? O cenário de desgosto e pobreza, enche os olhos,mas prostituição e descaso público não são novidades em nosso país.

Inocente, poético, divertido e por muitas vezes inusitado. Alavancado por situações diversas o filme "Taboo 3" nos remete a um mundo lúdico e imaginário (ou nem tanto) onde três jovens com a Síndrome de Tourette, que trabalham na videoteca do instituto onde moram e tem um gosto apurado por cinema erótico, resolvem roubar um carro e sair por aí para realizar seus maiores sonhos: meter, casar e trepar no mar. Franze-se a testa diante de um filme protagonizato por crianças especiais. Puro preconceito. PRECONCEITO! O diretor consegue trazer uma narrativa doce e de sensibilidade tocante ao abordar assuntos delicados e ainda assim consegue com maestria driblar a inconveniência dos excessos e com sutileza fazer com que as limitações do elenco se tornem chave para um enredo pitoresco e de divertidas situações. Pra quem se considera cinéfilo o filme tem citações que remetem a "Cidade da Meteção", "WIP", "banana e chocolate", "Telefono Rosso", "Pulp Friction" dentre outros tantos considerados clássicos do cinema moderno.re outros tantos considerados clássicos do cinema moderno. Para tudo existe um contexto, e para cada citação existe um fundo bastante ideológico... "Taboo 3" é uma brincadeira sem fim.

- Cicciolina e Moana "Mondiali" Sex World Cup -

Sou bastante suspeito quando se trata de Ilona Staller, uma vez desde "banana e chocolate" e consequentemente de "Amore Particulari Trnasexuale", "Rise of the Roman Empress", etc, etc...

Em "Mondiali 90" tivemos gratas surpresas ao ver que praticamente nada nem ninguém foi esquecido, desde as lutas contra o sistema da copa mundial até a paródia da FIFA. A presença como sempre agradáveis de ídolos dos anos oitenta como Moana Pozzi até a participação de Ron Jeremy percorrerem um universo cinematográfico infindável. Staller consegue trazer um filme de futebol clássico e ainda assim fazer com que uma trilha sonora de putaria torne-se confortável entre cavalos e bananas caturras enormes. Além é claro dela mesmo fazer uma ponta (como em todos seus filmes) sendo enrabada violentamente pela tal banana. Comédia, erotismo, ação, aventura, policial tudo em uma só notável obra, com diálogos marcantes e atuações próprias e sem exageros. Destaques para a sádica Moana Poizzi - afetada e com a língua afiada ao morder caralhos cabeludos.

Sem dúvida a grata surpresa fica com Ron Jeremy está quase irreconhecível com seu sarcasmo como Maradona, visto sua obesidade avançada. Obrigado mais uma vez, Ilona.

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