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12787 joguetes

tu se acha o ardcór das parada?

Cine Trash Game ovo
  • PC DOS
  • 1993
  • Fita cassete
  • 1
  • Realmente, Sam

  • Prevendo os adventures 3D

  • Não, sério, que coisa mais estranha um banheiro voando

  • Se não é gay, tem que jogar!

  • Essa musica é a parte mais engraçada do jogo

  • Realmente é inexplicável.

  • Queria uma dessas

  • Percebam que o pescador é o Woody Allen

  • World Map

  • Mamute safado

  • Minigame meio arcade demais pra mim, mas divertido

  • Abertura film noir

  • Se não fosse da Lucas Arts, George Lucas processava

  • Jogar golf na água?

  • É o pé grande. PÉ.

  • Que vida solitária

  • Feliz aniversário

  • A casa do Elvis pagodeiro

  • Joguinho de carros alucinante

Acho que poucas vezes joguei um jogo com tanta expectativa na minha vida. É um dos poucos adventures click'n'point (adventure GUI) da Lucas arts que eu não tinha jogado nunca. Quer dizer - assim que virei Fate of Atlantis, o primeiro, peguei ele emprestado de um amigo e tentei jogar. Meu computador da época não suportou, e, então, demorei mais dez anos pra conseguir jogá-lo.


O engine é o clássico SCUMM (o que significa que o jogo pode ser jogado tranquilamente em sistemas modernos e diversos com o ScummVM), e o jogo tem muitos fãs, já que os personagens são protagonistas de quadrinhos, desenho, etc. Tudo só fala a favor. Mas tive grandes decepções.


É um jogo bom, não me entendam mal. Mas o nonsense é a única diversão, e o principal defeito. A história gira em torno da localização de um pé grande que foi raptado por um clone loiro do elvis que coleciona bizarrices (nenhuma queixa até agora), mas os puzzles tem o mesmo grau de incoerência, o que implica que tu vais ter que sair por ai usando coisas com coisas e itens inusitados em locais inapropriados (epa) uma porção de vezes. Fiquei trancado mais do que geralmente fico ao longo do jogo, que julguei mais complicado (ainda que mais fácil, já que na maior parte do tempo os puzzles não são dificeis, só mal planejados) que Monkey Island 2. Tem vários minigames, e esses são divertidos. Alguns são até inuteis, no sentido que viras o jogo usando ele ou não. Porém o jogo tem muitos momentos engraçados, como o woody allen pescador e a canção do vilão, e dezenas de frases que podem ser usadas no dia a dia como piada interna. Também tem muitos lugares absurdos, como um sitio-fazenda de vegetais com caras de celebridades e a maior bola de lã (ou cordão, sei lá) do mundo.


Como qualquer SCUMM tirando os dois primeiros (não adianta, não consigo jogar Maniac Mansion nem Zak McKraken), vale a pena ser jogado pelo humor. Infelizmente, no quesito puzzles, deixa um pouco a desejar. Em mais de um momento se torna um jogo meio sem graça, e tu acabas nem valorizando as piadas engraçadas. Em outros momentos, até as piadas são forçadas.


Dois polegares estendidos para fãs de adventures. Para quem só jogou Full Throttle, recomendo a continuação, Sam & Max Episode 1: Culture Shock.