Pesquisa
avançada
12787 joguetes

Sam & Max Episode 1: Culture Chock

  • Escritório bagunçado

  • Força policial

  • Toma um boxe, sua estrela reminiscente

  • Sonho psicodélico

  • Casa do chefe do mal

  • Não se afoguem

  • Dialogos amistosos

  • Loja de conveniencia

  • exercicios para os olhos

  • O sistema novo de tiro

  • E isso é algum mérito?

  • Te enganei!

  • Meu deus

Pequenos delinquentes, que outrora eram astros infantis, criam problemas nas redondezas do escritório da dupla de detetives. Crimes como entrega de multipla quantidade de fitas para aeróbica de globo ocular não solicitadas, pichação e sequestro causam pânico! Tudo isso parte de um plano de um homem maligno, Brady Culture.


Neste novo jogo (realmente novo) da dupla Sam & Max, muito mudou. A primeira coisa que observa-se, antes mesmo de instalar, é que o jogo não é da Lucas Arts, e sim da muito menos conhecida Telltale Games. O método de distribuição é completamente diferente, já que o jogo só pode ser adquirido por Internet - o download é obrigatório. O preço é razoavelmente baixo, e pode ser ainda mais baixo se a série inteira for comprada. Mas como assim, série? O objetivo da empresa não é lançar um jogo único e grande, mas sim pequenos jogos, usando basicamente o mesmo engine, para ter aventuras mais curtas, porém mais diversas. Para a primeira "temporada", estão já agendados seis "episódios" - aliás, o segundo já saiu! -, o que pode ser uma coisa boa, ou talvez uma porcaria. Só o futuro dirá.


O engine novo é muito objetivo, só há o botão de "ação", e o inventório. Não há mais verbos, semelhante ao engine de Legend of Kyrandia. Muita gente acha que essa simplificação toda no engine diminui o controle, mas eu acho que não faz mal nenhum. Além disso, ao selecionares a arma, não vais utilizá-la em algum lugar, e sim empenhá-la, e o cursor do mouse vira uma mira, e podes sair atirando. Não faz nenhuma diferença em termos de jogo, mas é uma opção divertida. Dirigir o carro agora não é um minigame em separado do jogo, pois há alguns puzzles que são resolvidos enquanto tu diriges. Ponto positivo.


Além disso, o jogo é todo em gloriosas três dimensões, com animações razoavelmente boas e modelos legais. As vozes são diferentes, e a voz do cachorro está um pouco mais morna, menos "sulista". A voz do coelho continua engraçada, mas o humor é em algo menos negro. O jogo é, no geral, menos nonsense e menos agressivo que o primeiro, mas não é pouco nonsense - simplesmente menor que o outro. Os puzzles, por outro lado, são muito pouco estranhos, e, na verdade, lineares e diretos até demais, o que torna o jogo fácil, podendo ser terminado em uma única sentada por algum jogador mais esperto, e não deve levar mais de três horas.


Tem um momento, mais perto do fim do jogo, em que a coisa toda se torna muito homossexual, quando o coelho some e o cachorro tem um baita chilique. As piadas de psicologia, são as melhores do jogo.


Achei esse jogo uma experiência mais interessante que o primeiro, porém acho que não está ainda no ponto. Espero que nos próximos episódios aumentem o nonsense e a dificuldade, um pouco. Mas vale a pena. Polegar estendido.


Caso esteja em dúvida, baixe a demo.


culture scrachock, isso sim.


Certo que é um caça-níqueis pra arrancar dinheiro dos saudosistas das piadinhas mongas dos adventures da Lucas Arts. E terminar o jogo em 3 horas e pagar por ele é meio que assinar atestado de ÓTARIO.


Recomendo aos amigos do Baú baixar no formato de torrents ilegais e isso só pra colecionar, que nem jogar vale.


Sir Ian MacKelen: Gostei da palavra intentório, vou usá-la sempre. E depois que tu empenhas uma arma, pode desempenhar?


Ignorem o Lionel, ele é um retrógrado. O jogo original custa barato, se você gosta do estilo, recomendo comprar.