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  • Ken aplicando um shoryuken

  • Ken explicando que ia colocor só o cabeção mas entrou tudo DOBRADO

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Então, meus miogs, dous anos depois do Street Fighter Alpha 2, a Capcom decidiu por bem que era hora de lançar o Street 3 pra placa CPS3, depois de devidamente testada com alguns joguinhos podres. De dois joguinhos podres, no caso, Jojo e Red Earth, que essa placa só tem 6 jogos, ou 3 jogos e 3 clones: Red Earth, Jojo e Jojo champion edition, e Street 3 em suas três versões. Claro que na real o Street é o único que presta.

É bom, periga ser o melhor jogo de luta 2D já feito, tecnicamente falando. Coisa do nível do Garou e do Street Alpha 3. Animações tri boas, um monte de cor, zoom e tudo mais, com jogabilidade avançada.

Recomendado.

Claro que podiam muito bem ter esperado mais tempo e lançado direto o 3rd Strike, mas foram na manha de ir lançando uma versão melhorada por ano até chegar no bom mesmo.

Não há o que comentar, magrão.

É Street Fighter do mesmo nível do 2 em jogabilidade, guardadas as PROPORÇÕES de época & máquina.

Só me resta ignorar tudo e contar a história da produção do jogo:

Yoshiki Okamoto, o gênio por detrás da obra, mandou seus programadores criarem bonecos para o jogo e eles vieram com o Ryu e o Ken. Okamoto tapou o cu e peidou, matou a família e disse que era pra criar bonecos novos e totalmente inéditos.

Os programadores vieram com o Sean, um personagem completamente inovador: um negãozinho americano que é igual ao Ryu e Ken, inclusive reaproveitando o corpo deles que nem já tinham feito antes com o Dan e o Akuma, só que além de ter uma cor diferente deles, ele tem os golpes do Ryu e Ken piorados e alterados, porque ele é um do Ken. Que potência, heim? Mal começou e os filhos da puta já fizeram três lutadores clonados.

Okamoto distribuiu tapões na cara de seus subordinados utilizando um mata-moscas rosa para aplicar os golpes e explicou que era isso que fazia a Capcom ser uma merda e que era melhor matarem as famílias, irem comer alguma coisinha num Oral Bar ou descarregar as tensões com um filme de bukkakke. Com o pessoal RENOVADO, mandou tentarem fazer o personagem brasileiro, que o personagem brasileiro é sempre escrotão, monstruoso e estranho, mas ORIGINAL. Criaram o ORO, que luta na amazônia e é um HOMER SIMPSON magro: o cara é careca e amarelo. Pra deixar BONITO, decidiram que ele é MANETA, não tem um braço. Brasileiro é de fuder, DE FUDER.

Aí o GENIAL Okamoto viu que o único braço do Oro mudava da esquerda pra direita quando o boneco se virava, porque o jogo só dá-lhe um INVERTES no boneco como em todo outro arcade de luta 2D cada vez que o personagem muda de lado no combate. Ele teve uma crise de nervos, abaixou as calças, pegou um martelo, ergueu o micro-pênis pra tirar da frente das bolas e ameaçou se auto-mutilar. "Aaau, a SENSACIONAL PLACA CPS3 tem que mostrar detalhes inéditos e nunca dantes vistos e superiores! Além de 3 bonecos clonados, vocês já me vieram com essa merda que tem em tudo que é jogo de luta! Isso me lembra o tapa-olho do Sagat mudando de lado! Eu ainda sonho com o tapa-olho do Sagat mudando de lado!"

E começou a aplicar a marreta no saco.

Foi pro hospital.

A vida de um GAYMES DESIGNER PROFISSIONAL JAPONÊS é mais estressante do que imaginamos.

No hospital mesmo tratou de conseguir um REVÓLVER que tinha sido do avô dele, relíquia da segunda guerra, e ameaçou estourar o próprio saco se não corrigisem o erro.

Como essa veadagem toda já tinha atrasado pra caralho a produção, os progamadores contrataram os melhores escritores do Japão (aquele pessoal que trabalha nos adventures de estupro hentai) pra criar uma explicação verossímil pro braço do Oro mudar de lugar. Aí contaram pro Okamoto que o braço virava de lado porque na verdade Oro tem os dois braços, eles não é maneta. Ele é um super heremita com poderes mágicos que faz DESAPARECER um dos braços porque teme DESTRUIR O MUNDO se usar os dois durante a luta.

Okamoto perguntou "E ele faz o que com o outro braço? Enfia no cu? NO cu?"

Os programadores pacientemente explicaram que não, o cara é mágico. Ele só faz desaparecer mesmo. Sem veadagem. E pra não deixar o chefe triste, eles ainda inventaram um truque simples pra fazer parecer que esse negócio do braço mudar de lado foi de propósito, foi só pra seguir a história do personagem. Criaram o mestre do jogo, GILL, com um truque de palete: metade do corpo do cara é vermelho e metade é azul. Quando ele se vira, é só inverter as paletes das metades do corpo que parece que ele se virou de verdade. Isso vai ENGANAR TODO MUNDO e os jogadores burros vão pensar que a placa CPS3 é mesmo poderosa e não está só FLIPANDO os personagens quando eles mudam de lado. E pra melhorar ainda mais, dependendo do lado pro qual está virado, GILL pode usar seus poderes do fogo e do gelo, que são exatamente iguais e só muda a cor. A história do jogo também vai ser sensacional: Gill organizou um torneio pra encontrar os lutadores mais fortes do mundo. FIIIIM.

Okamoto começou a ficar mais calmo e os programadores perceberam com ALÍVIO que ele já estava afastando o revólver dos testículos. MÃS o coitado cometeu o erro de pedir pra ver uma ilustração do Gill. E o GILL, como vocês sabem, é um magrão com metade do corpo azul, metade vermelha, todo peladão, cabeludo e de CUEQUINHA ENFIADA NO cu.

Okamoto PUXOU o gatilho e foi substituído na produção do jogo por Noritaka Funamizu, que quando chegou à produção, já estavam fazendo mais um personagem COMPLETAMENTE ORIGINAL & NUNCA DANTES VISTO NO MUNDO DOS GAYMES DE luta: um boxeador negão. Daí a cousa foi de mal a pior: tem um Zangief loiro, um skatista de bonelinho estilo Fei Long, uma deliciosa afro descendente de biquini pra contrabalancear o Gill, um magrão branco meio estranho que tem uns golpes elásticos estilo Dhalsim e uma ninja que não serve pra nada e não tem golpes de ninja, mas os jogadores certamente vão associar com o Geki do Street 1 e inventar alguma história de parentesco pra ela, que nem fazem os fãs débeis mentais da SNK.

APESAR dessa falta de originalidade nos bonecros, a jogabilidade compensa e a história, praticamente inexistente, não atrapalha. O PARRY é legal e o jogo é excelente para duelos e no mais importante não fizeram frescura.

Merece 4 (quatro) polegares estendidos.

Não, sério MIOGS, 4 polegares. Depois vão dizer que não entendi o jogo. Sei que o que não importa aqui é originalidade. O objetivo era pegar tudo que já existe de bom nos street fighter e fazer com animações no ESTADO DA ARTE. Au.