Pesquisa
avançada
12787 joguetes
  • PC DOS
  • 1990
  • 2 Disquetes 5 1/4
  • 1
  • DOSbox
  • arquivo Prince Of Persia (1989)(Broderbund Software Inc).zip temporariamente indisponível
  • entrada

  • o vizir conjurando a ampulheta mágica que faz DOOM na princesa

  • pulando espetos

  • levando uma espadada na cara

  • no início do jogo o jogador começa desarmado e tem um guarda te esperando

  • esqueletinho mostrando o beco sem saída

  • pegando a espada deixada por um falecido prisioneiro. rola psicose no fundo da tela

  • morte nos espetos. mais psicose no fundo da tela

  • trocando de fase

  • quase caindo no bauruzinho de espetos

  • bebendo a poção com vigor

  • derrotado logo após saltar de uma plataforma. tri safada essa tela

O grão-vizir que sempre é um bruxo malvado nos joguinhos resolveu dar uns catos na princesa enquanto o sultão dava uma banda por aí, mas ela o rejeitou por não gostar de nhoque. Daí ele conjurou uma ampulheta mágica, dando uma hora pra princesa decidir casar com ele ou morrer. Tu és o amor verdadeiro da princesa que começa o jogo aprisionado e desarmado e tens que fugir das masmorras decrépitas e salvar a princesa, antes que as areias da ampulheta safada escorram totalmente.


Esse foi um dos primeiros jogos a investir afu na jogabilidade e nos movimentos do personagem, mostrando para os rosca frouxas como fica mais legal adicionar bastantes sprites intermediárias nos bonequinhos. Apesar de ser quase nos anos 90, o jogo performava muito bem num PC-XT. Fizeram ele tri bem feito e muito jogável. As telas são simples, mas com bastantes armadilhas e fodanchas. Se eu fosse viado, eu diria que esse jogo é um sucessor espiritual do Karateka. Outra coisa boa é que a morte só custa tempo para o jogador, reduzindo a frustração e não sacaneando muito o desafio. Tu retornas ao início do level e o joguinho te mostra quanto tempo que te falta.


Eu ainda fazia colégio técnico e na hora que esse jogo apareceu lá pela área, todos que não eram supermachões como eu foram forçados a dar o cu instantaneamente, tamanha foi a grandiosidade do joguetão. Vários dias de laboratório de informática foram despendidos com todas as máquinas ligadas no jogo ao mesmo tempo, para ver quem ia mais longe. Chegamos ao ponto de ir na casa de um dos nossos professores num final de semana para ele abrir o laboratório para a gente, alegando que tínhamos um trabalho importante para entregar na segunda-feira, o que era verdade, mas logo logo um dos colegas se encheu o saco, começou a jogar e foi que nem o efeito buceta (ou efeito café para os homossexuais): só sentir o cheiro que já dá vontade e em questão de segundos, todas as máquinas estavam ligadas no jogo novamente. Eram uns SID-501 4Mhz beeem vagabundos, mas como eu disse antes, o jogo ia tri bem neles. Lógico que quando o professor resolveu dar um conferes na gente, a merda já tava feita e daí nos fudemos afu.


As setinhas controlam o jogador e a tecla Shift é o botão de comando que faz tudo o que tu podes imaginar, inclusive se agarrar no ar durante a queda das plataformas, comando necessário para passar da segunda fase que o Rafael Obelheiro se recusava a nos contar, só para se fazer de gostosão e dizer que ia mais longe no jogo sozinho. Esse magrão era super pau no cu pra caralho e só deve ter conhecido a cabeluda muito depois de ter se formado na faculdade.


Dica: se o personagem não se mexer, aperte control K para ativar o keyboard mode.

Dica 2 que tiraram do Karateka: os inimigos te matam direto se não estiveres com a espada desembainhada.