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Jogo recentemente visto:

Back Gammon (Electric)

The Evil Within

Psycho Break

  • caixa com imagens genéricas estilo silent hill o filme

  • puxa, que gráficos pesados. precisa mesmo as barrinhas.

  • ou será só a visão artistica de MURAKAMI?

  • é pra rir, pessoal.

  • finalmente encontrei uma abominação de ps3

Este joguinho sim. Talvez seja um dos piores jogos já feitos.

Pra começar é um "survival horror", por assim dizer, daqueles dos de sempre: a história mal se entende, é uma psicose japonesa daquelas que eles tão fazendo desde a época do evil dead trap, ou seja, é mais do mesmo. Até aí tudo bem. Os gráficos são nada de mais, a música praticamente não existe e é a mesma usada em todos os jogos do gênero. O que fode mesmo é a jogabilidade do negócio. É praticamente um filme interativo estilo Dragon's Lair, de tão scriptado. Não tem a menor graça, se tu desvia dos trilhos é game ovo e tente de novo. Não tem que pensar, não tem que fazer nada. "Au, na primeira fase eu fiz isso e na segunda fiz isso," me disse um jovem mbbista, certa feita. Respondi "Tu e todo mundo, porra, não dá pra fazer outra coisa." Mas... rola uma homenagem ao Resident Evil 1 na fase 2, então o roscofe dos fãs pisca. Conseguiu ser mais chato que o Alone in the Dark 5 (aliás, contém várias coisas similares, como queimar os inimigos e a cidade caindo). O design dos monstros vai do zumbi clássico até umas bronhas que tentam copiar Silent Hill com mais de 10 anos de atraso, como um mongolão gordão com uma CAIXA DE MADEIRA na cabeça. Chega a ser risível.

A dificuldade, que diziam ser elevada, não é grande coisa, dá pra matar todo mundo se escondendo na boa, só é chato demais e a visão limitada fode muito as cartas.

É do mesmo diretor do Resident 1 e 4 e do famigerado Dino Crisis, o nosso considerado Shinji Mikami. Só que aqui fracassou total, fez um joguinho bem genérico, contando com uma equipe de programadores das mais vagabundas. O jogo roda no máximo a 30fps e isso quando não tem ninguém na tela e o tempo todo ficam duas enormes barras pretas de letterbox em cima e embaixo da tela, ocupando 40% do espaço, que é pro videogame não se render todo tendo que renderizar mais coisas. Claro que Mikami é esperto e disse que isso é uma decisão artística, ele queria criar uma experiência cinematográfica, por isso o jogo ocupa só 60% da tela sempre. Claro que sim. As televisão são widescreen só de sacanagem, porque a VISÂO do Mikami é criar um jogo ultra wide, e para desfrutar corretamente da obra tens que jogar com barrinhas que não dá pra remover. Estamos na época do TK de novo, que os jogos eram restritos a uma janelinha pra não ficar muito lentos? Fora isso a camera é uma treva, fica grudada bem nas costas do boneco e não se enxerga quase nada. Cara de pau. Talvez por isso a Bethesda, especialista em lançar jogos bugados, tenha publicado.

Podia ser só mais um jogo genérico e até que divertido, mas os bugs disfarçados de features destroem a obra e elevam a categoria de lixo puro com custo de 3 manas incolores mais dois pretos: whenever Abomination blocks or becomes blocked by a green or white creature, destroy that creature at end of combat.