Pesquisa
avançada
12775 joguetes

Under a Killing Moon

  • PC DOS
  • 1994
  • 4 CDs
  • Access
  • 1
  • 3D, Digitalizados
  • DOSbox
  • arquivo Under a Killing Moon (1994).zip temporariamente indisponível
  • com direito a logo 3D trouxão da access

  • uala! o Despicable Me copiou a idéia! au au

  • apresentação fodanchona para linkar os eventos do jogo com nazistas foragidos

  • o culto do mal que manipula tudo desde o início

  • neste jogo, tu és o Tex Murphy descornado

  • que vive nas ruínas da antiga Sao Francisco

  • os atores são sensacionais. os diálogos melhores ainda!

  • linkando o jogo na maior com o Martian Memorandum

  • Tex Murphy prestes a demonstrar comicidade

  • o jogo se passa em vários dias. este é o day 1 - cuffing up flemm

  • interagindo com o cenário

  • ficou torinha esse computador pesquisador

  • mais comicidade ao pegar a arma

  • examinando a foto da mulher com o cenário num ângulo duvidoso

  • pegando a esposa no flagra com o gordinho

  • a comicidade é constante no jogo

  • examinando o gift certificate de cirurgia plástica. com muita comicidade, é claro!

  • o efeito da opção COMBINE

  • o cara até tinha uma vitrola no escritório heim?

  • mais comicidade explorando as ruínas da antiga São Francisco

  • na banquinha de revistas. roubaram o nome daquele seriado besta desse jogo com certeza

  • as opções de fala são completamente aleatórias, dessa vez

  • o ask about, que tem em todos os jogos :)

  • mais falas imbecis dentro da loja de penhores

  • está gostando da comicidade, espartano?

  • interagindo com o retard

  • a loja do palhacinho pau no cu

  • pegando pistas sobre o criminoso que tem que ser usadas no computador fodanchão

  • lendo notícias. ficou tora isso!

  • no café do Louie

  • ask about no Louie. já no início começa a lotar a lista de merdas para perguntar

  • a véia tarada da pizzaria

  • resolvendo o caso do bracelete roubado com o véio da loja de penhores

  • fuçando no lixo

  • a opção travel leva para esse mapa. mais tarde esse mapa fica bem cheio de lugares pra ir

  • outra referência forçada ao Martian Memorandum

  • achei o suspeito no computador!

  • ó o dedo-duro narigudo comentando sobre a bozofobia do criminoso

  • a lojinha do palhacinho pau no cu

  • tri tora o Inspector Burns!

  • se fudeu, palhacinho coió!

  • o próprio jogo resolve sacanear os objetos escondidos

  • os conspiradores chegando no TEX

  • cheguei no day 2 - goose eggs and hamm! bronha suprema violenta animal! agora só faltam mais cinco dias :D

Agora o jogo é no ano de 2042 e o Tex Murphy vive descornado nas ruínas da antiga São Francisco, cheio de vizinhos mutantes. Há uma conspiração global do mal traçada por remanescentes de um culto nazista que obviamente acaba envolvendo o herói do jogo. Neste jogo resolveram apostar no perfil cômico do detetive burrão que só se fode até não poder mais, mas acaba resolvendo os casos de forma inusitada. É para rir sim! Com ou sem legendas. Tu escolhes nas configurações.


Uma coisa que comeu uns bons cus na época é que o personagem navega pelos cenários digitalizados totalmente 3D, podendo inclusive se levantar, agachar e olhar para cima e para baixo. Apertando espaço, troca para o interactive mode, que basicamente captura uma screenshot da tela quase exatamente do jeito que o jogador estava vendo, mostrando o menu dos comandos do jogo.

O menu é bem mais simples do que os outros jogos da Access e o jogo já facilita pra ti mostrando os comandos que cada objeto suporta. Não precisa ficar movendo todos os objetos do universo, que nem no Countdown. O inventário suporta a opção COMBINE, que serve para usar um objeto no outro, para juntar dois objetos de forma concreta mesmo (colocar uma bala numa arma) ou até para expressar uma idéia de usar objetos em conjunto numa situação futura (combina isqueiro com cigarro = ready to lit cigarrete). Ficou tora isso.


A parte constante da bronha é que a maioria dos objetos está escondida embaixo de uma mesa, colada numa parede, no meio de um lixo cheio de rabos, etc. Conseguiram evoluir o conceito do pixel hunt a um nível de estourar o cabeção!

Qualquer jogador que atura ficar esquadrinhando os cenários em busca de objetos consegue vencer esse jogo, pois os puzzles são bem simples. Inclusive resolveram colocar um hint system embutido no próprio jogo para não frustrar os gordinhos. Foram visionários! Já estavam prevendo a consolitis.


Legal que o final do jogo dá umas troladas em si mesmo, que nem nos finais de filmes cômicos ruins. Por exemplo, uma das últimas personagens do jogo te mata o tempo todo. Cada fala ou ação errada vinda de ti é um tiro na tua cara, só para te irritar mesmo e fazer o jogo durar mais. Depois colocam essa personagem de novo nos créditos do final do jogo dando um tiro na tua cara, naturalmente.


Bah! Este jogo surgiu no mesmo ano que eu adquiri o meu PC 486DX2-66 com kit multimídia. Quatro CDs, gráficos digitalizados, impressionante pra caralho! Mas na hora de jogar, a piroca entrava a seco, pois o computador se arrastava pra caralho durante a navegação pelo cenário e o pior ainda: tinha que ficar trocando de CD o tempo todo, até no mesmo cenário, de vez em quando! Nem sei como que eu joguei isso até o final. Certo que era deslumbre por causa dos gráficos digitalizados e do tema apelativo neo apocalíptico policial fodorrão.

Legal que o jogo suportava usar até quatro drives de CD simultâneos, mas quem na terra que teria isso em casa? Pelo menos no DOSBox fica tranquilo de jogar, se tiveres saco de editar o arquivo de configuração.