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Vade Retro

  • apresentação trouxinha

  • titulo com musiquinha estilo camelot.

  • tela inicial

  • perceba que tem uma cobrinha escondida ali no telhado

  • a flechinha do vampire.

  • pegue todos itens pra abrir esta porta

  • que espada mais bem desenhada

Este jogo de plataformas seria muito bom, mas tem uns bugs hediondos que sacaneiam demais na detecção de colisões. As colisões com os inimigos tão beleza, os pulos também, o cara até pensa que a jogabilidade é boa e não é fodanchada de propósito pra dificultar que nem na era de outro, digo, de ouro do software espanhol, até parece que faziam a sacanagem por fazer naquela época e que agora aprenderam. Aí tu chega nas telas de elevador flutuante que não pode cair do elevador ou se fode muito e descobre que o boneco cai sozinho do elevador se tu não fica pulando o tempo todo, porque atualizam a subida do elevador e não a subidinha que o boneco teria que dar e ele pensa que não tá mais no elevador e cai, simplesmente atravessando o objeto que nem no FANTÁSTICO jogo de Pong desenvolvido pela juventude da Opus Dei que ninguém conhece, fudendo muito as cartas do joguinho. Ou então o Spectaculator me sacaneou, não tenho como saber porque meu Spectrum real estraguei enquanto fazia sexo virtual com a máquina jogando Elisa, alguém teste aí, mas certo que é bug mesmo. Deve dar pra vencer mesmo assim, porque é bem mais fácil e justo que os da era de outro, com recarregadores de energia e outras merdas. Também tem várias homenagens, como a gotinha matadora e a flechinha que sai da parede pra te perseguir que nem no Vampire. Tu é um ferreiro e tal e tens que procurar as partes da espada e montar ela, daí podes golpear os inimigos, depois tem que pegar vários outros objetos e chaves espalhadas pelo labirinto de plataformas, como sempre, para abrir o caminho e acabar com o demonho do mal. Até que tem bastante cor no cenário, mas os bonecos são monocromáticos e ficam com a cor do fundo. A tela de apresentação leva a ASSINATURA do nosso considerado Cancho, da era de ouro, mas certo que isso não é feito a mão que nem na época, digitalizaram o negócio.