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Parasite Eve II

  • Vídeos orientados a patifaria

  • Título do joguete

Continuação caça-níqueis do Parasite Eve com orientação a burusera.

A história não tem muito a ver com a do primeiro e a única personagem que tem em comum é a Aya Brea. Em uma ou duas frases ela cita o Daniel e o Maeda, mas é só. Nem a vilã Eve tem mais. O que é bom: ainda bem que ela não ressuscita, porque é só o que falta.

É assim: Ela é contratada por um grupo de mongolões caçadores de mitocondrias malvadas pra matar os monstros que sobraram do joguete anterior e vai pra uma outra cidade que eu não lembro qual é, porque joguei esse jogo há uns meses. E os monstros começam a acabar. Então um dia ela vai pra esse edifício que tá sendo atacado por novos monstros que podem se transformar em pessoas e descobre bobagens e conspirações governamentais, e quando vê, tá no Mojave, embaixo da terra, numa base secreta onde fizeram até um clone dela e uma nova raça de criaturas.

Os monstros são muito escrotos e podrões, rola até um gordão com um lança-chamas na boca e um magrão de máscara de gás que fica te enchendo o saco o jogo todo.

Os gráficos são muito superiores aos do anterior, principalmente os 3D. A primeira parte essa do edifício tem uns desenhos muito decentes. E fizeram umas animações muito podres com enfase no rego dela balançando. :)_)

Pra ter uma idéia, rola até cena gratuita de banho, como nos mangás bronheiros. (Veja as trivias)

E tem frases como 'If I stay here long, I will have to take a shower.'

As músicas são remixes chinelões das da primeira parte.

Os vídeos são de qualidade boa, mas com muita escrotice trash quando comparados aos do primeiro.

A história é mais sem pé nem cabeça ainda, mas não é tão delícia. São só uns clichês fraquinhos quando comparados àquele monte de merda do um. Que infelicidade. É como se esse fosse o Ira de Mutantes 2, do Roger Corman, e o primeiro fosse o Alien.

Tem dois finais trouxas e às vezes um outro boneco te acompanha, que é um caçador de recompensas daqueles nunca vistos.

Os combates ficaram diferentes e mais arcade, e são divertidos. Tens radar, itens acoplados na arma e na armadura, e um monte de outras bobagens novas e interessantes.

Tens também vários baús do infinito, onde armazenas teus itens e as munições diferentes pra cada arma.

Rola inclusive mexer em computador e procurar chaves, pra ficar mais Resident Evil, e tens que dar muita voltinha pelas telas.

Os cenários são mais repetitivos e o jogo é meio feito nas coxas. Duvido que façam um terceiro.

Meu veredicto: meio polegar estendido. Vale a pena, lógico. Pô, tem cena de banho. Choc choc choc choc choc choc. E os combates são legais.

Os puzzles são mais difíceis, que é pro jogo durar.

Os clichês de mangá que encontrei: menina paranormal criada pra ser arma secreta e que é alvo de experiências cruéis; um satélite que atira raio laser quando o governo quer acabar com a base inimiga; um caçador de recompensas malvado que passa pro lado da heroína; um caçador de recompensas durão que age sozinho porque os monstros mataram sua filha; um velhote fanático por armas que vive isolado com seu cachorro; organização secreta que quer criar um mundo novo; o que!? tem alguem passando informações pros inimigos! será que é o próprio chefe do teu grupo? até parece que não é.

Claro que tem muito mais, mas infelizmente eu não lembro de outras agora.

Não botei screenshots do jogo em si porque nos emuladores ele não funcionou direito. Mas eu joguei no playstation, e achei o controle bem melhor que o do primeiro.