Pesquisa
avançada
12908 joguetes

tu se acha o ardcór das parada?

Filmes Bons Filmes que vão arrebentar a boca do balão

Metal Gear Solid - Tactical Espionage Action

  • Título

  • Snake escondido e soldado se espreguiçando

  • Snake e seus clichês no rádio

  • Snake mirando em você, nerd

  • Snake se aproximando de um guarda que dorme

  • Snake escondido atrás do tanque puxando um fumo

  • Guarda procurando o Snake

  • sketch do designer deste belo jogo

  • Ah, para que tu não queria um bonequinho do Snake

  • Metal Gear

  • I ammm zhe Sniperrrr Volv

Este jogo é a continuação/quase remake dos dois jogos Metal Gear de MSX 2.

A história é uma continuação (seria a terceira parte), e as armadilhas, muitas situações e o que tu faz durante o jogo, na maioria, são idéias reaproveitadas dos antecessores de MSX. Como os dois primeiros Metal Gear são obscuros fora do Japão, quem nunca viu eles vai achar as idéias deste jogo extremamente originais. Quem viu e é bitolado, vai achar uma 'homenagem' e vai considerar MGS a oitava maravilha do mundo.

Também existiram conversões fodanchadas pra nintendinho dos originais, mas com histórias diferentes e um monte de coisas cortadas.


Logo que ligamos o joguete, vemos a apresentação e constatamos que os gráficos dos vídeos não são pre-renderizados, são feitos na hora no mesmo 3D vagabundo do restante do jogo. E isso é muito bom, porque não fica aquela discrepância entre os gráficos dos vídeos de alta qualidade com os do jogo, que é o que acontece na maioria dos outros videogames pra playstation.

A apresentação mostra um submarino se aproximando de um depósito de armas nucleares desmanteladas no Alaska, e o Solid Snake (sim, este é o ridículo codinome do agente - imagina ele enfrentando os vilões e tentando se levar a sério) lembrando de trechos de sua conversa com o Coronel.

Um grupo especial de mercenários chamado Fox Hound, que era o grupo onde Snake trabalhava nos jogos anteriores, fez uma rebelião e dominou essa base. Todos soldados do lugar apoiaram eles pelo ridículo motivo de que se consideram irmãos por terem passado por uma terapia genética que, segundo as palavras da cientista-burra-com-corpo-de-top-model do jogo, serve pra ativar os gens de soldados das pessoas (que, sim, são responsáveis por fazer soldados perfeitos! a diversão não tem fim!) Pra não ficar tão forçado, eles dizem que um dos membros do Fox Hound tem poderes mentais e fez lavagem cerebral nos soldados pra reforçar o desejo deles ajudarem. Os terroristas capturaram o presidente de uma companhia de armamentos e o chefe do DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency) que estavam supervisionando um exercício com um novo tipo de armamento. Claro que se você jogou ou outros dois MG, sabe que o Metal Gear é SEMPRE tratado como um novo tipo de armamento nos prólogos. E eles também estão dizendo que podem lançar um míssil nuclear em qualquer parte do mundo, que por coincidência era o que podia fazer o robô Metal Gear nos jogos anteriores. Então o coronel chama o Snake, que da mesma forma que o Rambo, havia abandonado o exército em busca de paz espiritual. Snake fugiu pro Alaska e virou um corredor de trenó.


Agora vem a parte mais delícia, a exigência dos caras: eles querem os restos mortais do Big Boss! Bawerawjraewrjwj! Que o pariu, caralho porra! Que idéia de jerico! Ok, ok, desculpem, fãs babões. A explicação fenomenal é que o Big Boss era o soldado perfeito, então foram usados genes dele pra criar os tais soldados. E como todos tem o mesmo código genético, estão sucetíveis a extinção, por isso eles querem pegar o código do Big Boss pra descobrir doenças e outras fraquezas antes que elas apareçam. Cara, que coisa merda. Como é bom rir dos jogos animisticos.

Ainda no demo, Snake lembra do Coronel apresentando os membros atuais do Fox Hound. Sente o drama:


Revolver Ocelot - Especialista em tortura e revólveres, ele é tão delícia que consegue calcular até onde os ricochetes de suas balas vão acertar. É um russo viciado em filme americano de cowboy.


Vulcan Raven - Ele é simplesmente gigante e shaman. Sim. O que você faz no exército? Ah, eu sou gigante e xamã. Tá certo, então.


Sniper Wolf - A bela & mortal franco-atiradora curda. Bwaehaha.


Decoy Octopus - Esse cara é o mestre dos disfarces, tipo os Snatchers daquele outro jogo do mesmo autor. E ele é tão bom que retira TODO o sangue de quem quer imitar e injeta nele próprio. Só que ele não aparece no jogo.


Psycho Mantis - O cara lê mentes! Pô! E voa! E te joga objetos! É um Akira.


E por último, como se esses não fossem clichê o suficiente, temos um CLONE MALVADO DO HERÓI! Liquid Snake! Aaaaaaaaaaaaah! LIQUID SNAKE! Eu já joguei muito videogame na minha vida, e já vi muito filme ruim, e desenho, mas cara, vou te contar. Nada podia me preparar. Esse é o vilão que tem o nome mais ridículo de TODOS. (Trecho de diálogo do jogo: Solid Snake: "Liquid Snake!?"; Coronel: "SIM! E você é o único que pode se opor a ele!")

Ok, Liquid Snake é um ex-prisioneiro de guerra resgatado do Iraque que se tornou o líder do Fox Hound. Ele é IGUAL ao Solid Snake, só que com cabelo loiro. IGUAL. Gêmeos.

Aliás, o maior furo da história toda é o Solid Snake nunca se lembrar nada da vida dele, e nem saber se tem família ou o que. Ele só olha pra foto do cara e pergunta na maior "Dã, eu tenho um gêmeo?"


Ok, e isso tudo foi só a apresentação! Na minha opinião este jogo é, de todos os que já joguei até hoje, o que mais usou clichês. É o Clichê Definitivo. Tem tudo que tu pode esperar de animes e de filmes.

O cara que fez esse jogo é viciado em filmes, ele costuma chupar cenas e personagens inteiros dos filmes pros seus jogos. Pelo menos ele faz direito e às vezes pega personagens e histórias dos outros e deixa melhores que as originais. Veja por exemplo o Snatcher, que é uma cópia do Blade Runner em personagens e história. E o Policenauts, que o personagem principal é cópia do Mel Gibson em Máquina Mortífera? No Metal Gear de MSX o Snake e o Coronel eram a cara do Rambo e do Coronel Trautman. No de Playstation, o 'gênio' Hideo Kojima diz que se inspirou no Snake Plisskin do Fuga de Nova Iorque pra fazer esta versão do Solid Snake. Veja a entrevista nas trivias para conhecer outras fontes do cara.

Também fiz uma lista dos clichês de que lembrei nas trivias. Só isso que falei até agora já é o suficiente pro jogo valer a pena.


Agora, vamos ao joguete em si:

Tu começa totalmente desarmado, como nos anteriores, e então vais andando pela base. Tens que te infiltrar sem ser visto pelos soldados inimigos e roubar as armas e itens deles para facilitar a tua vida, o que é uma idéia inovadora, pra quem não jogou os originais. Tem toda essa ênfase em se esconder e não enfrentar os inimigos, invés de sair atirando feito louco.

Se eles te vêem, toca o alarme e um monte de soldados vai atrás de ti pra te matar. Então tens que permanecer fora da vista deles por uns 10 segundos (o que é MUITO fácil, devia ser mais tempo). Daí o alerta passa de vermelho pra amarelo e eles ficam procurando pelo cenário pra ver se te encontram. Se não encontram, retornam às posições originais como se nada tivesse acontecido. É a mesma coisa do Metal Gear 2 de MSX.


O maior problema do jogo é que a visão ficou ruim. É visto de cima, mas em ângulos esquisitos e apertados. Ou seja, como no original, tu não tem a visão do soldado, mas tu enxerga as coisas que tão na volta. Até aí tudo bem. Só que no MSX tu via toda tela. Nesse tu só vê uns cantos pequeninhos, no máximo a uns 5 passos de distância de ti. Então tu pode tar a menos de 7 passos do inimigo, e pode tar correndo de frente pra ele, e só vais saber quando já for tarde demais. A não ser que fiques fazendo pausas chatas pra olhar em primeira pessoa, só que não podes te mexer enquanto fazes isso.

Pra isso que serve o radar. O que é uma merda, porque tu acaba jogando só pelo radar, sem nem ter que olhar pro resto. E os modos de dificuldade hard e extreme só são difíceis porque neles o radar é desligado. O jogo em si é muito mais fácil que os de MSX e se alguma hora tu não souber o que fazer, é só chamar os caras no rádio.


A inteligência artificial e o que chama a atenção dos guardas:


1 - O que ficou bem feito:

Atirar sem silenciador e usar armas de explosão disparam um alerta vermelho e te entregam.

Bater na parede ou caminhar por poças de água ou por canos de ferro chama o guarda. Ele vai até ali pra ver que barulho foi esse.

Deixar pegadas na neve faz com que os guardas as sigam.

Se o disfarce de caixa tá no meio do caminho, eles chutam pra longe e te descobrem. Mas no MSX era mais legal: Eles atiravam na caixa pra ver qual era!


2 - O que ficou mal feito

Subir e descer escadas não faz barulho.

Os cadáveres somem e os outros soldados não notam que seus companheiros morreram.

Eles não olham pra baixo. Podes limpar um andar inteiro e o cara que tá lá em cima, e teria a visão de tudo, não tá nem aí.

No combate eles vêm tudo pelo mesmo lado e usam estratégias bestas e previsíveis. Até os do MSX faziam melhor e te cercavam direitinho.

A visão dos soldados inimigos é uma merda. São todos míopes. Eles tem cones de visão que nem no jogo Commandos (que tem um engine dos soldados pior ainda), mas o teu cone de visão é o triplo do deles. Então podes tar parado ali na frente, virado pra um deles, que ele não te enxerga e tu tá vendo ele.


Os cenários são bem feitos, detalhados e realistas, mas são extremamente pequenos quando comparados aos dos jogos anteriores. Olha os edifícios do Metal Gear 2 de MSX, tinha até o quarto dos soldados, os armários, a cozinha, a sauna. Era uma mansão aquilo :D

Este problema dos cenários pequenos acontece provavelmente por causa da memória ridícula que o Playstation tem. Tu dá uns passos e já saiu do cenário, e já se livrou dos guardas perseguidores. Aí tu volta, e os mortos ressuscitaram.


E o jogo é muito pequeno. Acho que é menor que o Metal Gear 1. Ele só parece grande porque tens que dar muitas voltas e porque tem muitos demos/cenas de vídeo. Tu fica mais vendo a história do que jogando. Acho que é uma proporção de 10 pra 1, ou até mais. Tu joga 2 minutos e ouve 20 de diálogo. Não tenho nada contra o jogo ter história, mas tá despropocional demais, ao ponto da chatice. O próprio autor admitiu que deveria ter cortado algumas. (O sonho dele era dirigir um filme, então tá explicado. )

Este é o segundo maior problema do jogo, depois da visão. Tu chega num cenário novo, tem 20 minutos de diálogo pra te dizer que tens que chegar na portinha ali do outro lado, aí tu caminha até a porta e são mais 20 minutos de diálogo. Acho que são umas 2 horas de jogo e 4 ou 5 de diálogo.

E muitos deles são redundantes (enrolação pura mesmo), como quando o Snake mata a Sniper Wolf e os caras tentam fazer uma manipulação emocional no jogador, pra ver se conseguem fazer um Rogilio da vida chorar diante do videogame. E conseguem. O problema é que eles exageram e as falas ficam gordas e pegajosas e acaba ficando involuntariamente cômico. Tu chega na mulher, ela tá no chão e diz que levou um tiro no pulmão e que vai morrer. Só que ela fica falando MEIA HORA contigo e contando a história da vida dela. Aí depois o Snake me vem com frases como 'na língua dos índios tal, a palavra tal significa tal coisa', e isso na maior, totalmente fora de contexto. É o inferno em vida pra coitada. Aí quando ele finalmente vai matar ela (sim, ele ainda tem que atirar nela, a mulher se recusa a morrer, parece até highlander), chega o nerdzinho pra mais um pouco de diálogo.

Outra pérola é quando o nerd pergunta, do nada, pro Solid Snake se ele também é um 'OTAKU'.

E não me venha com bobagem de que é problema de tradução americana. O original também tem TODOS os clichês. E a dublagem ficou até melhor que o original (eu tenho um demo e aquela voz da chinesa consegue ser ainda mais insuportável que no americano).

Outra merda dos diálogos é que sofrem do mal da repetição-mangá. É aquele negócio que tudo que falam pro personagem principal, ele pergunta de novo como se não tivesse entendido ou como se fosse o 'Barbosa'. Ex: Tens que destruir o Metal Gear. Metal Gear? Sim, ele ta na base subterranea. Base subterranea? Como chego la? Vou te dar esse cartao que abre portas. Cartao que abre portas? Sim, ele funciona de tal forma. De tal forma?

Achei um diálogo que exemplifica bem: (Claro que não fui eu que digitei, um nerd se deu ao trabalho e copiou os diálogos do jogo pra um faq!)

Roy Campbell: "A person's remains."

Solid Snake : "Remains?"

Roy Campbell: "That's right. To be more accurate, cell specimens,

which contain the individual's genomic information.

Solid Snake : "Cell specimens? Why would they want that?"

Roy Campbell: "The terrorists need them. You see, these Next-

Generation Special Forces have been strengthened through

gene therapy."

Solid Snake : "Strengthened?"

Deve ser pra fazer durar o jogo.


Os diálogos mostram uma obsessão por detalhes presente nos demais adventures do mesmo autor (Snatcher e Policenauts), com toda uma ênfase em siglas e palavras em inglês. Só que essa parte é bem feitinha, e o cara consegue usar pra criar um mundo consistente.

Também tem bastante pseudo-cientificismo. Falam de apoptose, e teorias genéticas, e receptores celulares, e vírus fabricado, e drogas e nano máquinas e todas essas outras tralhas que também apareciam no Snatcher. Tu pode até usar diazepam (o famoso valium), que é um tranquilizante e no jogo serve pras tuas mãos não tremerem quando atiras com o rifle. Os caras de competições de tiro ao alvo é que fazem isso.

As armas e o funcionamento delas é realista, e o cara fez toda uma pesquisa pra escrever o joguinho.

Só que foi uma pesquisa meio burocrática. Tem um monte de merda que tá ali só pra mostrar que ele pesquisou, como aquelas bobagens sobre tratados nucleares que a russa fica falando no rádio. Às vezes parece que ela tá só lendo um livro sobre o assunto. E também tem aquele monte de citações chinesas copiadas de livrinho. Bah. E rolam uns erros bem delícia. E tem uma parte em que a cientista do mal começa a falar bobagens infantis sobre o FBI, e o Coronel e o Snake, que deviam ser militares experientes, nem notam e engolem tudo na boa.


Os gráficos são bons, acho que é o melhor que dá pra fazer na merda do Playstation. A músicas são legais e são choramingantes, e tão mais filme americano do que nunca.


Os controles são delícia, ficaram muito bons e são simples. Tu pode atirar, dar porradas, enforcar os inimigos, jogar eles longe, segurar e usar de escudo humano, rastejar e várias outras bronhas, tudo de modo fácil. E este jogo é o que melhor usa o controle-vibrador do playstation, nada se compara. É a primeira vez que fizeram direito. Quando o helicóptero tá chegando perto, ele começa a vibrar cada vez mais, e quando se afasta a intensidade vai diminuindo.


Tem um monte de armas e equipamentos diferentes, como sempre (mas menos que no MG2), e várias possibilidades diferentes de enfrentar as situações. O problema é que algumas são tão esdrúxulas e inúteis que tu nem usa ou nem chega a pensar nelas, porque as óbvias são mais fáceis.

Como por exemplo, a caixa-disfarce, que pode ser usada pra viajar nos caminhões disfarçado de carga. É mais fácil ir caminhando, acho que até demora menos.

E os modos de fugir da prisão, quem precisa do katchup?

A comida fica congelada se tu anda muito tempo na neve. Só que quem vai se ligar que os secadores de mão no banheiro descongelam ela na mesma hora? E quem vai se importar de caminhar até lá só pra fazer isso? Pra não congelar a comida, basta ficar com ela nas mãos.

Outra boa é o cigarro. O cigarro serve pra ver os infra-vermelhos, mas os óculos funcionam melhor e não tiram energia. Ahã, obrigaram os caras a fazerem o tradicional cigarro do Snake tirar a tua energia se tu fuma durante o jogo e ainda acrescentaram um texto alertando sobre os maleficios do vício. Já era de se esperar, pensei até que iam cortar o cigarro, que, segundo o Hideo Kojima, é essencial pra ele ser um personagem machão tipo John Wayne.


Então o jogo se resume nisso: andar um pouco escondido, enfrentar um mestre, o mestre conta a história da vida dele antes de morrer (sempre, é obrigatório), e voltar pro primeiro passo.


Outra bomba é que criaram coisa demais e usaram coisa de menos. Esse negócio das pegadas e das poças de água acho que só tem 1 ou 2 cenários no jogo que usam. Criaram um engine decente e não fizeram muita coisa com ele (provavelmente vão reaproveitar na continuação), parece que os caras gastaram um monte de tempo projetando e na hora de descobrir o que fazer com o que tinham se apressaram pra lançar logo o jogo. Aquele disco com missões de treinamento que lançaram depois mostra muitas idéias boas que poderiam ter entrado no jogo.


Uma coisa legal é a interação bizarra com o videogame. O vilão Psycho Mantis lê o memory card e diz quais outros jogos da Konami tu anda jogando, e também analisa o teu jogo de acordo com os saves e continues que tu usou. Ele também faz o controle se mexer sozinho. Essa foi uma das coisas mais geniais que já vi, acho que esse é o melhor vilão do jogo. E rola todo um esquema com os controles pra matar ele. Em um de seus ataques ele até simula uma mudança da canal na televisão.

Outras interações rolam até com a caixa do CD - tens que usar um código anotado atrás dela - e um dos inimigos te ameaça pra não usares o turbo do controle.


O game over é o mais fresco que já vi. Tu morre e os teus amigos do rádio ficam te chamando feito um bando de puto: Snaaake? Snake? Choramings!


Além do jogo, podes participar de umas fases de treinamento muito divertidas e muito bem feitas, que tem a musica original do Metal Gear de MSX.

Também rola um texto com resumos dos jogos de MSX e uma seção que tu vê vídeos contendo a introdução da história. É o tipo de coisa que vinha detalhada nos manuais dos joguinhos antigos do Hideo Kojima, só que agora elas vem dentro do CD do jogo. Vendo esta introdução meiga, tu descobre coisas interessantissimas, como por exemplo: Meryl passou por treinamento para perder o interesse por homens! Liquid Snake tem QI 180 e fala 7 línguas diferentes!


Dou três polegares estendidos pra esse jogo (2 polegares + 1 hálux). Tem clichê demais pra ser ruim. Se não fossem o excesso de vídeos e a visão meio detonada, ganharia 4 polegares (a minha nota máxima, a não ser que eu conte 2 polegares + 2 hálux + 1 pênis).

É um dos melhores do Playstation.