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Art of Fighting 3 - The Path of the Warrior

Ryuuko no Ken Gaiden

  • Neo Geo
  • 1996
  • Cartucho
  • 0096
  • SNK of America
  • 2 Simultâneo
  • Neorage X
  • arquivo aof3.zip temporariamente indisponível
  • flyer

  • a caixa do cd tinha essa figura

  • o invincible dragon e o raging tiger, gente boa

  • 8 bonecos + 2 mestres

  • história inconpreensivel típica do neo geo

  • efeito gay do sol refletindo na placa

  • roberto dando porrada no ninja turco

Também conhecido como Ryuuko no Ken Gaiden, ou seja, uma (aauu) side story do art of fighting!

É bem diferente das versões anteriores e daqueles jogos só se mantêm os personagens Ryo & Robert, sendo que este ultimo é o personagem principal dessa vez, demonstrando a CORAGEM dos programadores de fazer um jogo totalmente novo, quando podiam muito bem usar a técnica atual de só mudar um número no título e alterar alguns detalhes dos personagens. Aqui eles recomeçaram do ZERO, tudo é novo, dos cenários e estilo dos gráficos à jogabilidade.


Vamos à fantástica história:

Robert reencontra uma amiga de infância e viaja com ela de Ferrari pro México, porque o malvado Wyler quer roubar a fórmula secreta do pai dela e não sei o que mais, pois o roteiro é simplesmente incompreensivel em qualquer uma das linguagens que podes escolher (tem até português de embaixada). Ryo está atrás do Robert pra ele não cornear a Yuri. Karman Cole é um guarda costas do pai do Robert que foi mandado pra trazê-lo de volta pra casa. Kasumi é a filha do Todo, que procura pelo seu pai e foi atrás do Ryo pra saber se ele tem alguma informação. Tem também uma dupla de detetives frescos que é um cara com tonfa e uma mulherzinha de chicote, e um ninja de turbante (mais parece turco) dum clã rival do Eiji que procura pelo mesmo. Ah, sim, a história não aparece no modo arcade, só no modo console, que é pra o jogo não ficar muito amarrado no fliperama, e vale muito a pena ver os motivos esdrúxulos pelos quais tudo acaba em porrada. (E no console também é possivel jogar com os chefes.)

Pena que os personagens são uns merdas, os caras que fizeram o jogo, apesar da vontade de inovar, não tinham a menor noção. Tem até um gordão que luta com panelas e é acompanhado por um pelicano, pelo amor de Deus.

As animações são o que o jogo tem de melhor e é a primeira vez que as CENSURADO da SNK usaram motion capture, que consiste em grudar merdas pela corpo das pessoas pra scannear seus movimentos ou alguma CENSURADO do gênero (ou, na versão mais barata, só filmar mesmo e depois copiar os movimentos). Não rolam mais os hematomas nas caras dos magrões, mas de acordo com a energia, eles mudam de postura e vão ficando cansados.

Os gráficos também estão melhores do que nunca, extremamente detalhados, rolam efeitos de sombra e luz, e as músicas viraram músicas mexicanas.

Entre os detalhes bizarros, o jogo reconhece a data atual pelo calendário interno do neo-geo e dá poderes especiais pro personagem que está fazendo aniversário durante o dia.

Um golpe novo é o ultimate k.o., um super death blow que termina a luta num único round. Ou seja, execute-o e nem precisarás lutar o segundo round. Tudo pra fazer o jogo durar menos no arcade, que parecia ser o objetivo deles: o score é o tempo que levas pra completar a partida.

Outras novidades são bater no oponente quando ele tá caído e desviar dos golpes, além de pequenos combos fáceis de executar, os quais lembram a jogabilidade do Tekken.

Claro que o jogo, apesar de ser um pouco divertido, foi um fracasso, e essa série delícia acabou aqui. Se pelo menos tivesse uns personagens decentes teria ficado legal. Se esforçaram em vão.

Na versão lançada no Japão, vinha com uma cópia da moeda do Robert, pro jogador ficar jogando pra cima feito o herói boiola! Esse Robert é o Larry Laffer dos jogos de luta.