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Lagrange Point

  • Nintendo - NES
  • 1991
  • Cartucho
  • 1
  • Nestopia
  • arquivo LagrangePoint.zip temporariamente indisponível
  • A Konami adora usar naves-piroca! O jogo se passa inteiramente nessas duas naves e naquele satelitezinho ali a direita

  • Isso é dentro de uma nave (kekeke)

  • Loja de armas básica

  • Seus dois personagens iniciais

  • Gordão vagando pelo subterrâneo

  • Explorando o exterior da nave piroquinha

  • Enfrentando um rato malvado

  • o primeiro veículo do jogo

  • o mapa de uma das zonas da nave piroquinha

  • o primeiro mestre do jogo. olha só que bizarria

  • ele aparece de novo e mata um gurizinho, que era um "personagem de suporte"

  • os lugares do jogo ficam disponiveis, depois de consertar os shuttles

  • agora com 4 personagens, mais umas criaturas sem pé nem cabeça

  • em algumas áreas do mapa, o jogador anda a pé

  • com o barquinho, finalmente!

  • o segundo mestre do jogo. que merda heim?

  • finalmente com o hoverplane dá para explorar o resto das coisas

  • um sub mestre

  • o terceiro mestre :D

  • no palácio do bio kaiser

  • encheram de mestres no palácio para fingir que o jogo é difícil

  • gustavelt, heim?

  • coisa boa essa tradução

  • o chefe com uma vagina dentata!

  • no segundo estágio dele, a vagina tá aberta. "agora teu pau ta fudido", só falta ele dizer

  • o capacete do general buceta prova que esse era apenas um bio kaiser fake

  • ok, agora vou spoilear o Bio Kaiser verdadeiro

  • e um dos estágios dele. vai se fuder com esses bichos

  • pronto. era só dar umas biabas no chefe que todo mundo deitou o cabelo

  • o teu ajudante do início do jogo louco pra te pegar

  • sim!

  • no final rola um baita surubão. o herói do jogo resolveu pegar rapidinho a enfermeira she-male que trata ele no início do jogo

  • agora ele é um soldado gaia!!!

  • fui obrigado a colar esse texto

  • e o final compensador que me fez gritar AUIU

Com a tradução agora o jogo faz mais sentido, eh eh eh!

Uma nave aborda uma das gigantescas naves-piroca que estavam vagando pelo espaço. Quatro jovens guerreiros entram em combate, ficam feridos e depois vem um clarão. Tu começas numa sala onde o comandante está doente e te dá uma faquinha, com a missão de procurar o professor Stolte. Tu andas por uma nave que tem até lojas de armas/itens e um jardim com fonte!!! Barulhos aproveitados do SD Snatcher. Hereges!

Robôs do mal resolvem tomar conta de todas cidades flutuantes (em forma de nave piroca, talvez só para não imitar o Phantasy Star). Só VOCÊ pode impedir essa tragédia! O seu comandante foi ferido no ínicio do jogo pelos robôs safados e não se sabe onde que está o resto da tripulação. Pegue a faquinha do comandante e saia por aí degolando robôs malignos e outras criaturas esquisitas.

O jogo começa num setor da nave piroquinha e logo encontras um magrão para te ajudar a explorar e descobrir o que está acontecendo. Tá tudo uma zona, chegando ao ponto de teres que dar a volta pela nave via espaço sideral mesmo, para alcançares os outros setores. Quando consegues reativar os shuttles, o jogo te mostra que também há um satélite base e uma nave pirocona para explorar. Ao chegar no satélite base, que serviu de castelo para a maioria da população, descobres que toda a merda foi causada por cinco cientistas renegados que resolveram fazer experimentos para gerar novas formas de vida, a fim de transformar as naves piroca num 'bio paradise'. Daí te alistam para resolver a situação das cidades remanescentes nas naves piroca e derrotar esses cientistas que também fizeram experimentos neles mesmos, tornando-se criaturas super fortes e bizarras pra caralho.

É um RPG daqueles, com encontros à exaustão. O cara pega outros personagens no meio do caminho e depois tem que decidir quais que ficam na base satélite, quando excede o limite de quatro. A única coisa que me chamou a atenção nesse jogo foi a história meio que sem pé nem cabeça desse lance de explorar as naves piroca e impedir a ameaça do Bio Paradise, que envolve os cientistas traidores e é comandada por uma criatura chamada Bio Kaiser.

Já que (geralmente) não tem mágica num RPG de ficção científica, alguns personagens valem-se de técnicas, obtidas através de kits, que podem ser usados permanentemente, mas só por personagens específicos. Uma boa sacanagem que colocaram foi os Battle Points, que é tipo mana, mas gasta bastante quando usa as techs e até quando ataca normalmente. Se ficar muito tempo na rua batalhando, o BP acaba e teu dano fica reduzido a quase zero. Pelo menos tem bastante 'terminais de computador' espalhados pelo mapa que servem para salvar o jogo, curar e ressuscitar os personagens e coletar o dinheiro obtido nas batalhas. Existem três tipos de personagens: humanos, ciborgues e robôs. Humanos e ciborgues são bem parecidos. Aparentemente, os ciborgues tem menos HP que os humanos, mas ganham mais power e inteligência. Os robôs são bem diferentes e são mais difíceis de usar, porque eles não equipam armas convencionais (tem que usar um robo kit para evoluir seu ataque) e a armadura deles também é diferente. As técnicas de cura e de tratamento também são diferentes para robôs (robokit e roborestore) e o único status ailment que o robô pode sofrer é RUST, que é o equivalente ao status ANEMIC para os humanos e ciborgues (tipo poison, perde energia quando caminha). Só encontrei dois personagens robôs durante o jogo inteiro. Outra feature que podiam ter explorado melhor. Também tem dois slots para personagens de suporte, que são gente que te acompanha durante as aventuras ou que são resgatados de um lugar para outro. Eles ficam comentando as batalhas, que nem o co-piloto do Girico Racing.

Algumas armas precisam de mais power e outras de mais inteligência para poder equipar. Alguns personagens atacam melhor com alguns tipos de armas, o que a tradução para inglês não ajudou muito, então o lance é ficar equipando tudo até achar a melhor para cada um. As armas possuem um ranking que vai de R1 a R6 e na base satélite tem um lugar que te deixa combinar duas armas para produzir uma arma nova. Combinar armas do mesmo ranking vai produzir uma arma de ranking superior. Dá pra punhetear afuzel para combinar as armas a fim de descobrir todas as armas do jogo, visto que todas as armas R1 podem ser obtidas em outra sala da base satélite. ouuch ouuch

Finalmente te dão um mapa das zonas do cilindro da benga, só que é bem punhetoso de usar, visto que só aparece a tela da zona em que tu estás. Também colocaram veículos para andar dentro das naves piroca. (bah! esse jogo poderia ser uma cruza safada do Vay com o Phantasy Star, se o Vay não tivesse sido feito anos depois). No início só te deixam usar um carrinho ruim pra caralho que só anda nas estradinhas. Depois pegas uma espécie de jipe que é mais 'off road', somente parando em obstáculos físicos. Mais adiante te deixam usar quase de uma vez um barquinho para chegar em algumas ilhotas (sim, tem até lagos dentro das naves piça) e um hoverplane, que anda por tudo, mas não deve voar muito alto, pois não passa por árvores, montanhas e nem abismos.

Mas no final das contas, acho que tiveram que apressar a conclusão do jogo. Os combates corriqueiros não são muito difíceis e os personagens evoluem o tempo todo. Quase todas as vezes que eu tive que explorar o mesmo lugar duas vezes, eu já podia passar os combates em FF, apenas acelerando a emulação e cravando o dedo no autofire. Pior ainda, o ataque máximo dos personagens é 255, tornando basicamente inútil usar as armas de R6, que precisam de poder ou inteligencia imensos, os quais os jogadores só vão ter nos níveis maximos, onde o bônus de ataque das armas não vai fazer mais diferença :D

Em resumo: só jogue se estiveres com saudades de RPGs com encontros aleatórios e se quiseres variar um pouco dos dungeons e bronhas medievais similares (em troca de psicose e de aleatoriedade). Para coroar a obra, alguns mestres tem dois ou três estágios, que nem os vilões do Dragonball Z.

Outras versões:

Lagrange Point (english)

arquivo LagrangePointENG.zip temporariamente indisponível