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Doom Troopers - Mutant Chronicles

  • doooooooooooom doom we are all....................

  • um inimigo vomitador é realmente algo útil e bom.

  • canastrice.

  • calhordice durante a idle animation.

  • ferro na boneca.blogspot.com

  • pow pow pow, seus canalhas

  • grahaha, sanguie.

  • you wrench.

Santas pirocas voadoras, Batman, me disse o meu amigo IDM ao ver esse jogo. Como vocês podem imaginar, minha resposta foi Eu não sou o Batman. Mas não estou aqui pra falar disso, e sim para analisar detalhadamente Doom Troopers de mega drive, porque como vocês sabem, o objetivo de um review é fazer alguém jogar ou não um jogo, como se eu fosse ganhar alguma coisa com isso, como se alguém realmente se importasse com a opinião de um crítico (mesmo se tratando de um crítico experimentado como eu) e como se o importante mesmo não fosse tu ir jogar e ver qual é.

Após essa breve introdução, começo por dizer que não sei de onde vieram esses doom troopers, se isso é desenho ou coleção de FIGURAS DE AÇÃO ou o que. É. Eu até podia mentir pra ti, cara, e inventar qualquer coisa, mas acontece que eu tenho MÓ CONSIDERAÇÃO, cara, e vocês tem que me considerar um monte, cara. Eu podia muito bem colocar cartoon ali nas categorias e continuar limpando meus dedos sujos de gordura de batatinha no meu pijama da turma da mônica (e pensando bem, acho que vou fazer isso).

Mas do que eu tava falando mesmo?

Doom Troopers. Ok. Na verdade eu não joguei esse jogo ainda. Vou lá e já volto.


Pronto, acabo de ver a apresentação. Tá escrito que as MEGACORPORAÇÕES estão enviando os DOOM TROOPERS pra meter chumbo na DARK LEGION que é comandada pelo ALGEROTH, que deve ser mandado de volta pelo PORTAL para a DARK SYMMETRY. Não explica muita coisa, mas já fiquei de pau duro. E tudo isso sobre a fotinha de um demonho vermelho mal desenhado segurando uma arma trouxa.

Agora apareceu o título com as letras pegando fogo. Letras pegando fogo sempre conta pontos aqui no baú de jogos. Deixa eu aumentar o volume pra ver se tem música. Tem. E é composta de tuco-tucos (se não sabe o que são tuco-tucos, veja a lista de referências no final deste review).

Vamos ao nojo. Digo, ao jogo. Ele oferece SÓLIDA ação no estilo tiroteio+plataformas para 2 players simultâneos, um no papel de Mitch Hunter, um bundão metido num uniforme gozado de futebol americano, e outro personificando Max Steiner, uma caveira do mal com cabelos rastafari verde que me lembra um personagem do Rob Liefield. Mm. Acabo de fazer associações ruins. Vamos partir pro COMBATE antes que seja tarde. Eu escolho... MITCH HUNTER!!!!!!!!!!!!1!!!!!!! que compõe metade dos DOOOM TROOOOPERS.

Opa! Opa! Pera lá! Fiquei todo empolgado e o jogo me deu uma broxada! Antes de sair atirando, vem um texto e uma foto de Vênus, dizendo que DEMNOGONIS, o apóstolo negro da doença, achou um lar no planeta. Eu vou entrar, me informa o mega drive, e entregar a ele, EM MÃOS, uma notificação de despejo...

Não estou gostando nada disso. Ainda mais que meu PONTO DE INSERÇÃO será 300 metros adentro da densa floresta ocidental. O COMANDO espera que com todo o meu treinamento de fuzileiro naval feito nas agulhas negras (que consiste em beber sangue de animais mortos, comer minhoca e ficar berrando "eu sou um merda! eu sou um merda! uaaaaa!"), que com todo esse treinamento, repito, eu possa achar o meu caminho através da perigosa floresta até a PODEROSA Queda D'água da Morte, daqui por diante referida neste review como Q.D.M.

Os programadores, em seus sonhos mais delirantes, acreditam que vou jogar tanto a ponto de cruzar as águas traiçoeiras, e me dizem para, após isso, esperar pelo pôr-do-sol para que possa usar a COBERTURA NATURAL da escuridão na luta para as colinas CICATRIZADAS PELA BATALHA ao redor do trono de ossos de Demnogonis.

Boa sorte! acrescentam eles por fim. Será que finalmente essa porra vai começar?

Punt punt punt! Eis que num brilho surge Mitch Hunter, em meio à-com-crase-pra ser-mais-mirc uma musiquinha heróica vagabunda. Já DEU pra perceber que a galera se esmerou: uma revoada de folhas percorre a tela ao bel-prazer duma suave brisa e um grupo de insetos a atravessa em errático movimento, enquanto, na folhagem, brilham dois pontinhos amarelos que devem querer representar os olhos de algum dos muitos animais selvagens que habitam Vênus, embora eu dficilmente creia que ele vá representar algum perigo ou vá servir para algum fim não decorativo.

Enquanto eu digitava tudo isso, o bom e velho Mitch ficou executando sua IDLE ANIMATION, que consiste em passar a mão pela arma como se ela fosse uma guitarra, com direito a emissão de barulho de motor. Pelo menos essa foi a minha interpretação.

A animação é boa e o scroll paralax é rápido pra caralho, muito dando inveja ao micro europeu com nome de mulher que não quer nada contigo além de parceria. Surgiu um inimigo! Atirei nele! Meti o dedo no gatilho! E eis que explodiu a cabeça da criatura, mandando sangue pra tudo que é lado. Este não é um jogo bem comportado, senhoras e senhores. É radical, arrisco dizer.

Meu Deus! Fui atingido. Minha energia, ao lado de um escudo que parece o original do Capitão América, desceu à metade. Fiz outra associação ruim com o Rob Liefield. E minha munição é limitada, mas logo percebo que posso distribuir coronhaços. E minha habilidade de escalar plataformas fica muito parelha com a do BlackThorne.

Argh. Um boco cheio de espinhos no fundo encerrou a minha aventura.

Não está nada mal, rapazes, é o que eu diria se fosse o Sir Ian.


Referências:

1 - Minhas pequenas monografias sobre efeitos sonoros de mega drive disponíveis em musashi99.blogspot.com