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MiG-29 Fulcrum

  • Windows
  • 2002
  • CD
  • Ensemble Studios
  • 12 Internet Rede local Simultâneo
  • Isométrico
  • entrada

  • egípcios brigando

  • roubando uma rélica com o Arkantos, o herói grego da 1a era

  • o templo dos gregos

  • as unidades militares dos gregos

  • egípcios sendo atacados por nórdicos. tem uns anubitas ali dentro

  • uma hidra dos gregos devastando bem a galera. tem dois gigantes nórdicos ali indo defender

Dois anos depois do The Conquerors, refizeram um novo engine para criar uma versão mitológica do Age of Empires. Em vez de civilizações, agora o jogador pode escolher deuses da mitologia romana, egípcia e nórdica. Na mitologia romana, tem o Zeus, o Poseidon e o Hades. Na egípcia tem o Ra, a Isis e o Set. E na nórdica tem o Odin, o Thor e o Loki.

As unidades do jogo são divididas em peões, unidades militares, heróis e criaturas mitológicas. As unidades militares são parecidas com as que tem nos Age of Empires I e II. Os heróis são humanos que possuem ataque especial contra criaturas mitológicas. E as criaturas mitológicas são os bichos mais fortes do jogo, com poderes psicóticos e tudo o mais. Para balancear, as unidades podem ocupar mais do que um SLOT de população, sendo que as mitológicas sempre ocupam um montão. Basicamente, só os peões que continuaram ocupando um slot. Certo que roubaram essa idéia do Starcraft.

Tiraram a pedra como recurso e agora tem um recurso novo chamado de FAVOR, que é obtido de maneira diferente de acordo com o tipo da mitologia. Favor é usado para alguns upgrades especiais e para recrutar criaturas mitológicas.

Cada mitologia tem unidades bem específicas. Então o jogo basicamente tem 3 'povos' diferentes, que podem ser customizados de acordo com o deus escolhido e depois escolhe outros deuses quando troca de era, o que muda os upgrades disponíveis e os poderes que podes usar. Cada era/deus tem um poder diferente que só pode ser usado uma vez, tipo um ataque especial fodalhão.

Os Gregos são baseados em unidades militares com bastantes hit points (tipo as dos Protoss do Starcraft), mas eles só podem recrutar 4 heróis. Um por cada era. E só pode recrutar o herói de novo quando ele morre. Os gregos ganham favor botando os peões pra rezar no templo.

Os Egípcios têm unidades militares mais fracas, mas geralmente custam mais barato e têm attack bonus contra unidades maiores. Nas eras mais avançadas eles ganham unidades mais decentes, como o elefante de guerra, por exemplo. Eles começam um faraó que é um herói especial que pode pegar rélicas e usar os poderes dele para aumentar a eficiência de uma construção. Eles podem recrutar priests, que são heróis que atacam à distância e também podem aumentar a eficiência das construções. Os egípcios ganham favor construindo monumentos, um por cada era.

Os Nórdicos são mais balanceados e mais focados em infantaria. Eles possuem poucas unidades que atacam à distância, e só podem ganhar favor efetuando combates ou contratando heróis. Os heróis dos nórdicos são hersirs (comandantes vikings) que sentam a porrada nos inimigos com um martelinho (e ganham mais favor por causa disso). Os nórdicos tem um peão especial (dwarf) que pega ouro mais rápido (mas pega os outros recursos mais lento).

Uma coisa particular é que só pode construir os town centers em lugares específicos dos mapas. Acho que fizeram assim para reduzir um pouco os rushes porque era bem comum os jogados construirem town centers dentro das bases inimigas e depois só ficar punheteando com os peões dentro.

Ficou muito bom o jogo, apesar de ser mais lento e mais complicado de jogar do que o Age of Empires II. Os poderes dos deuses são tora pra caralho mesmo, incentivando o jogador a trocar de era o mais rápido possível, para ter acesso aos poderes antes do inimigo. Esse foi o único jogo que eu vi que suporta DOZE jogadores no multiplayer. Ganha um polegarzão!