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13745 joguetes

  • PC DOS
  • 1996
  • 2 CDs
  • 1
  • Digitalizados
  • apresentação com ele desenhando a coelha erótica

  • interpretadas

  • o jogo tem dois atores

  • mais interpretadas

  • começou a parada, a interface é só clicar em tu do ou usar o inventário

  • ele é acompanhando pelo bicho rosa, é claro

  • dialogos belos

  • o malificador

  • o inventário é o saco infinito

  • o cenário é bem desenhado mas imbecil

  • uma casa de diversões eletrônicas

  • desafiando o polvo

  • pode comer a coelha

  • cartum CARTUMS

  • a ovelhinha

  • a floresta da piroca

  • caixa

adventure no gênero daqueles filmes em que um magrão é teleportado pra um mundo de cartoon em que tudo se baseia nas peripécias de um cara filmado interagindo com desenhos animados, como roger rabicha e cool world e space jam. Neste joguete tu é o Cristopher Lloyd digitalizado, ele era um cartunista tosco e foi teleportado pro seu mundo de cuadrinhos e tal e tem que salvar o pessoal do vilão malvado que construiu uma máquina do mal. Para isso ele precisa encontrar objetos que NULIFIQUEM os objetos usados pra construir a máquina. As animações e digitalizações são excelentes pra caralho, mas o jogo é um saco porque é o tempo inteiro centenas daqueles diálogos chatos e repetitivos e engraçadões de sempre, pra botar qualquer boi pra dormir. Tudo isso é culpa da lucas arts, é claro, que todo gordinho nerd gostou tanto do Monkey Island que resolveu copiar e então quase não existia adventure que fosse sério ou que não fosse um monte de piadinhas e diálogos chatos feitos em série e puzzles com lógica débil mental. O Monkey Island foi que nem o Street Fighter pros jogos de luta com seus clones vagabundos. Na primeira vez até é engraçado, mas até o Monkey Island perdeu a graça a partir do três, imagine os clones vagabundos. Mas experimente, se fores um gordinês mango das mãos que não conesuia jogar Doom, quem sabe não podes até gostar deste desafio mais cerebral? O desafio é jogar sem o cérebro apodrecer com as piadinhas sem graça.