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Yuugiri - Ningyoushi no Isan
  • portada de carga

  • portada inicial

  • vai dar o cu ou a buceta? não importa, não faz diferença.

  • mãe da laura participando desta merda

  • oba, lindos diálogos cheios de rericencias que não acabam nunca

  • VIVIDLY

Isto não é um jogo, é um grande cagalhão fumegante. Era pra ser um filmete interativo tipo os Dark Pictures e Until Dawn, mas tem problemas gigantes como os sábados gigantes.

O maior de todos é o fato de ter roteiristas débil mentais como a maior parte dos filmes e séries de hoje. Os diálogos são horríveis e não tem o menor sentido e não param nunca. A vadia tá lá no meio do mato sozinha, pelada, fugindo de monstros e a cada dois passos para pra fazer um discurso chato pra caralho que não tem nada a ver com a cena. Tem um cara la andando de carro e de repente ele começa a discursar sobre alguma aleatoriedade que não tem nada a ver com a história e te põe pra dormir. Toda hora é isso. É que nem, por exemplo, o novo stranger things, que toda hora interrompe a história pra rolar um monólogo. Tem até uma parte que a guria do skate recem foi atacada por um monstro, mas daí ela para no cemiterio como se nada tivesse acontecido pra fazer um discurso emocionado sobre alguma merda qualquer e rola uma pausa na história pra depois que terminar o discurso ela ser atacada de novo. Tem até uma personagem na série que é a DISCURSINHO, que não consegue falar diálogos normais, qualquer fala dela tem que ter no mínimo 3000 mil palavras reduntantes. Os roteiristas modernos não sabem escrever, não tem senso de ritmo, mistério, suspense, só tem mimimimimimimimimimi. A netrosca já se ligou que ninguém tá aturando a enrolação e que a audiencia tá caindo e já tão dando desculpa estilo caçafantasmas gordas que é por causa dos HATER do tuiter que não gostaram porque tem russos malvados na série, o que não tem nada ver, pois tem até um herói russo. O problema é que todo roteirista com menos de 45 anos tem pedaços do cérebro faltando.

O segundo problema deste jogo hediondo é que ele não te deixa interagir. É filme interativo mas no melhor estilo aperte X para continuar. O Heavy Rain e o Detroit, por exemplo, permitiam que o cara se fudesse e fizesse, dentro de certo limite, qualquer merda, podendo até pular muitas cenas de bauru (como a bebida envenenada do Heavy Rain). Aqui o cara é obrigado a apertar X pra ver a cena do bauru, não tem nada pra fazer. E cada cena é meia horinha de diálogo pra boi dormir. Nem pra botar um FF.

A historieta imbecil é algo sobre lobisomens, mas isso não importa muito, que como se sabe história em videogame e filme de terror é que nem roteiro em filme pornô. As atuações que são afu. Não dá pra saber se são atores muito ruins ou se é o diálogo do mal em que uma frase não tem a menor ligação com a seguinte que deixa eles ainda piores. A direção também é a fina putaria, com zero suspense e terror e um monte de musiquinhas aleatórias, não conseguem mais fazer nem monstro pulando na tela. Qualquer sexta feira 13 era mais bem feito que isso. Se liga aí, roteirista imbecil, pro personagem poder fazer discurso ele tem que merecer, tem que ter horas de grande atuação antes, como no Rambo 1. Não é só dar o cu e chupar piça e botar uma musiquinha a cada cinco minutos. Cinco polegares para baixo. Ainda botaram uns ator velhão pra fazer participação especial na ROUBADA, como o Ted Raimi, a mãe da Laura e o andróide Bishop, que é o que tem a melhor atuação, pois a parte dele não tem diálogos.

Queimem este jogo.

O cara tá lá né. Na casinha do radio. Cercado por lobisomens que tão atacando e matando todo mundo. Aí o cara pega o radio calmamente e manda o seguinte diálogo "Olá. Tudo bem? Aqui é do campo PIROCA. Nós estamos... hãum... nós podemos estar sendo atacador por... bom, por uma matilha de... ursos selvagens... podem não ser ursos... mas podem ser ursos..."

Aí o CAMARADA pega o controle e lança contra a televisão que nem o Guitardo quando levava gol no fifa soccer.