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Ah, As Mil e Uma Noites! Que bando de historietas encantadoras e cheias de incesto, pederastia e adoráveis costumes árabes.

Tem uma que é sobre um principe meio baitolo, se é que vocês me entendem, uma verdadeira boneca. O cara não queria se casar de jeito nenhum e o pai dele, o rei, que era estilo Sargento Mocó, já tava ficando preocupado, pois de que forma a família ia continuar no poder? Só que, por coincidência, na China vivia uma princesa que também era adepta do homossexualismo. Certo dia, uns gênios, porque nas mil e uma noites sempre tem gênios, decidem unir os dois numa cama, e os colocam lado a lado numa aposta para ver qual é o mais bonito. Como tá difícil de decidir, os gênios vão acordar um de cada vez do sono mágico em que se encontram, e o que se apaixonar mais pelo outro é porque é o menos belo & bom. Só que o principe e a princesa são tão belos & bons que acabam se apaixonando os dois, e se entregam ao heterossexualismo, um momento emocionante de redenção.

Após uma série de aventuras, eles acabam casando.

Mas numa viagem para outras terras, o principe acaba se perdendo e ficando separado da princesa. Para os homens não saberem que a princesa está sozinha e não desejarem dessa forma tirar proveito dela comendo-lhe a XACA e o XIMBAU, a moçoila decide se VESTIR DE HOMEM e fingir que é o principe. Nem preciso dizer que o sucesso dela é tão grande que, chegando numa outra terra, uma OUTRA PRINCESA se apaixona por ela pensando que é um homem.

O que faz nossa princesa sapatão da China? Ela ACEITA CASAR com a outra princesa, claro, usando o nome do principe, pois dessa forma estará acrescentando terras e um novo reino ao domínio dele, é a desculpa que ela dá. E na cama ela vai evitando cumprir com suas funções de marido (METER CHUMBO) e deixando a outra princesa cada vez mais insatisfeita, a ponto de o rei OBRIGAR a princesa-sapatão a comer a outra ou ele vai ter que tomar uma providência do tipo cortar as cabeças. A princesa sem ter o que fazer, na cama, revela que é mulher. E a outra o que faz? Diz "Ora, não dá nada" e elas mandam ver, inclusive forjando a prova da perda da virgindade da segunda princesa.

Eis que, meses depois, o principe retorna e encontra a princesa casada com outra mulher. Mas tudo fica bem: a princesa passou o tempo todo fazendo propaganda da potência do principe, de forma que ela revela seu verdadeiro sexo pra todo reino e ficam as duas princesas muito felizes casadas com o principe, sendo que cada dia ele come uma delas.

O tempo passa e cada uma das princesas tem um filho. Só que de repente uma se apaixona pelo filho da outra e quer desesperadamente dar pra ele (pro filho da outra). Aproveitando uma viagem do principe, elas mandam chamar cada uma o filho da outra. Eles, que não são tão depravados, se recusam a comer as madrastas. Revoltadas, quando o principe volta, elas fingem que foram estupradas até não poder mais por eles, induzindo o principe a mandar matar os próprios filhos. Só que eles fogem e vão parar numa cidade de magos que gostam de prender muçulmanos pelados para serem espancados por mulheres adoradoras do fogo. Um deles escapa, e choramingando a suposta morte do irmão, acaba encontrando uma GOSTOSINHA num banho público e, sem mais nem menos, arromba a porta de uma casa e vai comer ela lá dentro. Ele finge que é a sua casa e que esqueceu a chave, sabe como é, e quando a GOSTOSINHA encontra a mesa preparada pensa que ele tava pronto pra encontrar outra mulher. O que ela faz? "Ora, não dá nada, desde que quando ela chegue eu possa SERVIR VOCÊS DOIS JUNTOS." Aí surge o chefe dos magos do fogo, que é o verdadeiro dono da casa.

Não sei como termina porque só li até aí. Bom, mas o que tudo isso tem a ver com o jogo Reviver?

Nada.

É que me deu vontade de escrever.

Não me olhem assim, seus baitolos, que não come-los-ei.

Vamos falar sobre Reviver, então, já que vocês insistem. Mas apenas porque é uma obra de visual arrojado:

Logo que se inicia, vemos um personagem envolto em manto azul, com ar contemplativo e feições delicadas, e também com UMA LAGOSTA NA CABEÇA. Aí surge ao lado dele um jovem ESPARTANO BEM DISPOSTO enrolado numa túnica.

Não sei o que está acontecendo, porque não entendo japonês (língua de bárbaros), mas coisa boa não pode ser.

O título surge, e depois temos o personagem principal sentado na grama, com cara de HOMEM-INVISÍVEL DEPOIS DE LEVAR UMA BOA DO MR. HYDE. Opa, spoilei As Aventuras (sexuais) da Liga Extraordinária Vol. 2! Foi mal.

A interface de Reviver é inovadora para a época e para o msx 2: o personagem anda como num RPG e interage com o cenário e outros personagens através de menus e ícones, no estilo de adventures antigos de PC.

E isso é tudo que eu sei. Portanto, vou parar por aqui. Boa noite.